A saída será um processo de interiorização da sigla que um dia foi PFL e se livrou desse rótulo e da notoriedade de abrigar figuras jurássicas da política e na política. Em Mato Grosso, os Campos se mantém na vida pública há pelo menos meio século, tendo como reduto eleitoral o município de Várzea Grande.
No ano passado, a disputa eleitoral envolveu os velhos caciques da política na ingrata tarefa de se contrapor ao novo em Cuiabá e Várzea grande, onde entraram em cena o controverso Abílio Brunini e a prefeita atual de Várzea Grande, Flávia Moretti.
Pois não é que o novo venceu os poderosos de plantão, onde o então candidato Abílio Brunini emplacou uma fragorosa derrota ao governador Mauro Mendes, ao mimado Fábio Garcia, ao presidente da AL-MT, Eduardo Botelho, ao deputado Júlio Campos e por extensão ao senador Jaime Campos, de grande cacife eleitoral.
O processo de interiorização da velha política e seus membros talvez seja uma manobra para a reorganização do velho e cansado PFL sob o manto de União Brasil após ser travestido de DEM. O governador Mauro Mendes e sua máquina publicitária não conseguiram derrubar Abílio Brunini na capital e nem em Várzea Grande e a estratégia é a interiorização dos nomes na tentativa de evitar a substituição do novo pelo velho.
E tome emendas parlamentares agora, para que o dinheiro chegue em 2.026, com os empreiteiros à tiracolo, se é que seja fato essa percepção de que toda emenda vem com um cabide.
E lá vamos nós para mais uma sessão de ilusionismo e a eterna prática do “toma-lá-dá-cá”, este, um rótulo e uma prática incomodos que certos políticos negam, mas existe.




















































