A APAN (Associação de Apoio aos Animais de Nobres), entidade voltada à causa dos animais abandonados e nas ruas que são encaminhados para os cuidados através de um grupo que compõe o conjunto que precisa de toda e qualquer ajuda.
Desde que assumiu o seu mandato, há pouco mais de 16 meses, desde então, a vereadora Eva Valdinéia Pereira (Republicanos), vem colaborando com as mais diversas entidades da sociedade organizada. E, mais uma vez, o rodízio retornou à APAN, onde esteve com a diretora, sra. Edelma, para demonstrar o seu apoio e levar, pessoalmente, a sua doação.
Foi no dia 13/05, quando visitou a sede da entidade e conversou com a diretora, Edelma, oportunidade em que fez a sua doação. Não se trata de nenhuma soma astronômica como certos curiosos se perguntam, porém, se haver contribuição das mais diversas pessoas, é certo que a entidade seguirá em seu propósito.
De acordo com a vereadora Eva, trata-se de uma proposta apresentada em campanha que vem cumprindo com as entidades diversas, entre o Clube da Melhor Idade e Pastoral do Menor, como exemplos.

SOBRE OS CUIDADOS COM OS ANIMAIS
A vereadora Eva teve o seu PL recusado pelo Parlamento, provavelmente, por ordem do Executivo e na sessão de hoje (14/05), sem surpresas, eis que o projeto recusado retorna, maquiado e com a marca governista, provavelmente, com alguns “recheios”.
A proposta governista que vai para votação: “PROJETO DE LEI Nº. 023/2026 “Institui a Política Municipal de Proteção, Defesa e Controle Populacional de Animais Domésticos no âmbito do Município de Nobres/MT, e dá outras providências”.”
A PROPOSTA DA VEREADORA REPUBLICANA:
“Projeto de Lei apresentado pela vereadora Eva Valdinéia Pereira (Republicanos), cujo conteúdo colocado é do teor seguinte: “Dispõe sobre a obrigatoriedade da identificação e registro de cães e gatos por meio de microchip no Município de Nobres e dá outras providências”.
Tal medida, regressa como um tapa na cara do próprio Legislativo que segue sendo uma espécie de “sucursal” do Executivo, tendo que engolir determinados secretários, pelos quais os vereadores são cobrados, por baixo desempenho e pelo fato de serem da preferência do chefe do Executivo.





















































