Como é a mentira, com seus recalques e uma ausência de preparo por parte de uma gestão descomprometida com as necessidades do município, onde 15 meses foram consumidos com altos salários e a cidade toda dilacerada, por buracos, consumismo pelo descaso para com o dinheiro público.
Outra vez, a velha mentira, essa desavergonhada que costuma frequentar ambientes onde velhos especialistas em maquinações e falsas impressões tentam repassar aos munícipes um ar de seriedade que não costuma dominar ambientes onde velhas raposas da política se fazem presentes.
Ora, que nota nada esclarecedora, imprecisa, isso é fato, onde não se exige fundamento técnico jurídico, como se apoderar de recursos públicos fosse uma ação fundamentada na melhor das conceituações jurídicas; às avessas, óbvio. A rapinagem que segue presente, trazida do passado com a marca eternizada no “esse é seu, este é meu”.
Sim, de fato, é importante destacar que a crítica no ambiente democrático é legítima e necessária, como se os buracos, o lixo, os matagais, os caramujos não fossem parte legítima de uma sociedade cansada de mentiras e de enrolação.
É importante destacar que a crítica no ambiente democrático é legítima e necessária. No entanto, ela deve ser exercida com responsabilidade e com qual rigor técnico, mesmo? Mentir para o povo sobre uma experiência política e administrativa que até hoje não ultrapassou a linha da mentira deslavada que trata o povo com o tradicional “oba-oba”, ancorado nas obras feitas pelo Governo do Estado, enquanto a cidade está com sinais de abandono, sendo empurrada ao interesse do gestor, desde janeiro de 2.025 com engodos e lorotas.
Engodos e lorotas, perdão essas palavras fogem do rigor técnico que permeia no território da mentira, ali na bolha onde “vossa excelência”, o gestor que sabe tudo, o que fala muito e que não permite e não aceita alguém com mais conhecimento que ele.
Usufruir de dinheiro público, em qualquer tempo da vida de um agente público, isso não seria violação de algum tipo de legislação, sr. Autor da Tal Nota de Esclarecimento?
Para não alongar mais, seria juridicamente admissível, mentir para toda uma população com promessas que até agora não foram cumpridas, onde faltam medicamentos nas unidades de saúde; não seria uma prática de socialização de prejuízos; praticar uma gestão administrativa de baixos resultados?
Essa administração, Excia., tem sido fragilizada, exatamente por sua ausência como governante e sua prepotência, posicionando-se como um chefe ausente, cujas atividades se sobressaem, graças ao empenho, a dedicação, o espírito de luta e a experiência de um guerreiro, chamado Francisco Libério Azevedo.
O libelo constante nos anais da política estadual e que se encontra alastrada pelas redes de internet, tal e qual as teias tecidas por uma eximia aranha, esse sim, mestres dos esclarecimentos, não deixa de ser uma infamante, real e dispendiosa irregularidade que não só soa, mas também constrange os cidadãos de bem desta terra.
Se esse ato que foi perpetrado no passado, escancarado a todos, se não foi a margem da irregularidade, qual o medo de errar em favor do povo? O resto é só lorota, fantasia para carnaval fora de época. É lamentável que nesse balaio, apenas o povo é que vê a sua vontade deslegitimada por falsas promessas.
Saia desse casulo, sr. Prefeito, enfrente a realidade e dialogue com o povo, visite a Câmara dos Vereadores e saia nas ruas, mostre a sua cara ao povo e diga ao povo a que veio. E se quiser, diga ao povo que foi enganado e que o município que esperava receber não era esse que aí está.
Deixe de vitimismo e de atirar palavras ao vento em nome de leis que o sr. nunca respeitou. O povo já está cansado de suas pregações mentirosas e lembre-se, neste ano político será a sua última chance de abandonar as falsas promessas, aquelas que sempre caracterizaram as suas retóricas.