Tudo bem, ninguém é inimigo, mas é preciso separar o que é público do que é privado. Tem sido visto, com certa frequência, membros da imprensa “despachando” na sala da Secom municipal aqui em Nobres. O elogio fácil tem preço e não tem nada a ver com visitas esporádicas, mas com uma espécie de relação próxima… até demais.
– A prestação de serviços remunerada não inclui uso de equipamentos públicos por terceiros.
Herança Indesejada
O prefeito Zé Domingos, será que foi enganado ao aceitar administrar Nobres? Não é possível que isso tenha ocorrido e ainda que nada soubesse (ou quase isso), teria que assumir a viúva e os filhos dela. A verdade é que uma das pragas urbanas mais desalentadoras é, sem dúvidas, o caramujo. Mas há coisa pior e estão representados pelos pavimentos implantados em Nobres, em decomposição há tempos.
– Essa viúva promete dar trabalho e como vai. O espólio é qualquer coisa desagradável… vide o Bairro Ponte de Ferro.
Herança Indesejada II
Quando se esperavam ações que poderiam pavimentar o retorno do ex-prefeito ao terreno político, eis que a tarefa não seja tão fácil e deveras desagradável. Uma herança comprometedora e que representa trabalho redobrado da atual gestão, a recuperação dos pavimentos esburacados. E o pior, a antiga Rua da Aviação, hoje Av. Conselheiro Ary Leite de Campos, está o caos e separa o São José do Bairro Ponte de Ferro.
– Mas… já que assumiu a viúva, os filhos vão junto.
Herança Indesejada III
A antiga Rua da Aviação, em idos anos, sem pavimento nenhum, recebia pouso de avião. Hoje, os carros que ali trafegam, balançam e quem anda de moto, os riscos são efetivos. Se fosse só lá, até que os problemas seriam menores. E o pior que aquele que casou com a viúva, além de ter que assumir os filhos, ainda trouxe para o “novo lar” seus amigos para dividir a “roça” de pepinos.
– Menos mal que não seja roça de fumo.
Herança Indesejada IV
Há quem jure ter ouvido dizer, entre 2.017 a 2.024, que em Nobres não existia gente competente para compor naquela gestão. E realmente, tudo corroborou para que as evidências se tornassem fatos. A gestão mais doméstica realmente foi colocada e “engolida” por muitos e os que não pertenciam ao grupo, até hoje convivem com essa indiferença.
– Será que a mesma água passará por debaixo da velha ponte?
Fazendo História
Dia desses, foi visto na “operação tapa-buracos”, ninguém menos que um pedreiro. Realmente, se os chineses vissem isso, levariam a tecnologia para a China, tamanho é o avanço que representa, o pedreiro atuando diretamente no “reboco” das ruas de Nobres. E o Tribunal de Contas, território de velhos amigos, não quer nem saber dos problemas que acontecem nos municípios. O TCE-MT tem a preocupação em cobrar e criar aumentos nas plantas genéricas, dando imensa contribuição ao IPTU nas alturas.
– Uma gestão que caminha à reboco… nada melhor que um pedreiro a exercer engenharia prática.
Cultura Zero
O município de Nobres vai completar 61 anos de emancipação política e administra e a cultura da terra anda esquecida, principalmente, após o desaparecimento dos velhos cururueiros que não tiveram chances a partir de 2.017, praticamente. Hoje, essas pessoas, sequer tem nome em rua ou algum logradouro. Tem sido preferível denominar com o mesmo nome, dois ou mais locais, banindo aqueles que fizeram a história de Nobres ao disseminar e preservar a cultura de um povo.
– Vamos banir os terráqueos e colocar nomes de ruas e avenidas só com os alienígenas.
Cultura Zero II
Alguns secretários, os mais sintonizados com Nobres, podem (e devem!) resgatar um mínimo da cultura local, propondo a inserção de algo que evidencie a cultura nobrense. Provavelmente, em Bom Jardim, talvez seja possível encontrar alguns cururueiros dispostos a se apresentar no evento de aniversário de Nobres.