
Política Estadual
Para aqueles que acreditam que o resultado das últimas eleições no Estado seja um termômetro para medir a densidade eleitoral de alguém ou alguns por aqui, é bom não se enganar… uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não define nenhum parâmetro ao processo político caseiro que deve ganhar novos contornos a partir de meados de 2.023.
– Então, quem viu pavão voando, acredite… é um urubu passeando à luz do luar.
Política Local
Se a política regional não mede nem resfriado em relação ao processo político paroquial, ao menos já temos ameaças de “extradição” de dois nomes caso a eleição municipal majoritária seja vencida por aquele que teria ameaçado de “expulsão” uma dupla conhecida em Nobres que trabalhou para o reeleito Botelho. Seriam deportados, provavelmente, para a Ilha das Queimadas (ou ilha das cobras), há 35 km de São Paulo, mar adentro.
Quem seria essa dupla?
Política Local II
Esse parece ser o primeiro caso de ameaça explícita contra concorrentes e uma pena bem pesada, a deportação dos elementos, conforme ameaça de um futuro candidato majoritário. Muito rigor na pena contra essas incômodas figuras, mas por que será? Pressa pra se livrar da concorrência? Mas, cartão vermelho sem entrar em campo? Qual a causa?
– Pôxa! Rapazes tão bacanas. Cadi quê?
Virtual Candidato
O vereador e atual presidente da Câmara de Vereadores de Nobres, José Dias, o Bacalhau, teria dito ao polêmico e controvertido repórter Batoré que ele deve colocar seu nome à apreciação a uma candidatura majoritária em 2.024. Para alguns, essa possibilidade é prematura e que, sem a presidência da Casa, a manutenção da mesma mídia atual correria sério risco.
– Não é proibido, mas esse lançamento prematuro vai para uma incubadora para ganhar musculatura.
Águas Passadas
Se a memória não for falha, em algum lugar, lá no passado, alguns nomes da política local ousaram dizer que seus nomes estariam em patamar de majoritário e não de proporcional. O tempo se encarregou de derrubá-los desse patamar e hoje estão entre os simples mortais, ralando e comendo pão seco. Como diria aquela música: “Melhor sonhar na verdade que amar na mentira…”. Amar o futuro em mãos alheias e desdenhar do presente?
– Asas de cera em dia de sol, há riscos.
Democracia, Política e Religião
A eleição presidencial nunca teve tantos ingredientes colocados no caldeirão. Se alguém defecou fora da bacia, se alguém visitou uma loja maçônica; se alguém passou em frente a um local místico, onde se realizam manifestações afro, este será discriminado. Tem a questão da dúvida sobre as urnas eletrônicas, colocadas em xeque por Bolsonaro. Tem Lula e a sua inquietude quanto à alcunha de “ladrão”, pronunciada, várias vezes, até nos programas de tevê.
– O cenário é agressivo, é intimidatório e imprevisível quanto ao resultado. 6.000.000 milhões de votos favoráveis não se dissipam assim.




















































