
Em uma gestão onde a transparência passa ao largo dos modelos desejados de gestão pública, onde o dinheiro público vai para o “ralo” ou é canalizado à interesses menores, vários questionamentos continuam sem respostas. A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que poderia representar um instrumento de amparo aos anseios da sociedade civil e até para dar alguma satisfação a população, transformou-se em um verdadeiro circo, onde a população é mais uma vez tratada como a “palhaça” nessa representação.
Em gestões razoavelmente corretas, a população deveria ser a prioridade, mas na atual gestão municipal de Rosário Oeste-MT, quem tem essa prioridade são os líderes políticos, que através de “conversas reservadas”, abandonam justamente aqueles que os colocaram no poder. O vereador é pago com o dinheiro dos impostos que vem do próprio povo, mas agem para sugar os cofres públicos.
Ou será que os vereadores acreditam que todos esqueceram da malfadada CPI, que foi o último capítulo dessa novela rosariense que enche de vergonha a população local.
No início do ano (2023), a prefeitura encerrou um convênio de R$ 5.000,00 com a instituição de ensino Alan Kardec alegando contenção de despesa, deixando de beneficiar mais de 300 alunos dos bairros adjacentes, por pura picuinha política. Foi um ato revanchista contra a prof. Tânia Conrado, coordenadora do centro educacional em questão, e que deverá ser a principal adversária política do atual gestor. Em contrapartida, esse mesmo gestor, encaminhou para a Câmara Municipal, um projeto de lei, firmando um convênio de R$ 3.000,00 com o sindicato dos trabalhadores rurais, visando exclusivamente acomodar lideranças políticas em seu grupo político, mostrando mais uma vez quem e o que é prioridade nessa gestão.
Recentemente, chegou ao conhecimento público uma ação de cobrança de uma empresa contra a pessoa do prefeito e nessa ação, algumas perguntas continuam sem respostas, qual a origem dessa dívida de R$ 178 mil reais? Calcário? Grãos? Ou famoso “caixa 2”?
O cenário que se apresenta vai ter um desfecho, de alguma forma.
Como mencionou a um repórter, recentemente, que a sua gestão não costuma olhar pelo retrovisor, mas a população do município tem visão periférica e costuma olhar bem para aqueles que desconstroem o futuro para se manter no poder, alheio aos clamores de uma maioria absoluta.
Eleitos para zelar pelos interesses do povo, a maioria absoluta dos vereadores aderem ao programa “farinha pouca, meu pirão primeiro. Mal sabem esses vereadores que só ouvem o canto da sereia que essa sinfonia é a da derrota nas urnas.




















































