
Se levarmos em conta os números das eleições municipais de 2.020 na capital mato-grossense, é bom os candidatos a deputados estaduais, a federais e senadores abrirem os olhos porque o resultado pode representar uma caixa de pandora.
Nas eleições no principal colégio eleitoral de Mato Grosso, Cuiabá, em 2.020, 4,12% ou 12.147 eleitores votaram em branco e 4,19% ou 12.352 eleitores tiveram os votos nulos.
Não compareceram para votar em primeiro turno, em Cuiabá, em 2.020, o total de 83.236 eleitores (22,01%) não compareceram, enquanto que 77,99% ou 294.261 foram votar.
Os votos em branco representaram 8.83% dos eleitores ou 9.981 votos em branco e mais 16.169 votos nulos num universo de 268.811 eleitores, quando o assunto é Cuiabá.
Assim sendo, o tipo de abordagem em relação ao eleitor deveria ser alterado, mas continuou-se com o modelo convencional, o que não deve empolgar boa parte dos eleitores em Nobres e em todo o Estado e quiçá no país.
Os votos, provavelmente, devem aumentar e da mesma forma as abstenções, prejudicando sensivelmente os que estão na disputa eleitoral em 2.022.
Os candidatos à Câmara Federal não empolgam, só aqueles mais populares e detentores de mandatos, casos de Emanuelzinho, Fábio Garcia, Nelson Barbudo e outros é que podem alcançar boa votação.
Para a AL-MT, a empolgação fica por conta dos mais tradicionais, casos dos nomes de Botelho, de Janaína Riva, Max Russi e a volta de Júlio Campos com outros nomes conhecidos do eleitor mato-grossense.
A maior empolgação fica mesmo entre Lula e Bolsonaro ou das pesquisas e seus números contra o descaso de Bolsonaro em relação aos métodos científicos empregados na compilação e divulgação de dados daquele momento em relação ao eleitorado nacional.
Acreditar ou desacreditar as pesquisas, essa é uma questão relevante que não influenciará na vontade popular. O pesquisador e a pesquisa sondam sobre aquele momento político, mas não manda o eleitor escolher o candidato e não influencia quem ou em quem deve votar cada eleitor.
Mas as abstenções sempre foram e serão um problema para a política e os políticos nacional, até porque, as caras são as mesmas e aqueles que querem entrar, são como aquele volumoso contingente de espermatozoides que quer furar a “barreira” uterina.
Segundo dados do TRE “o primeiro levantamento aponta que as Eleições Gerais de 2022 devem contar com a participação de 2.389.362 eleitores em Mato Grosso. Esta é a quantidade atual de eleitores aptos ao voto no estado. Já o número de títulos cancelados é de 263.225, pelos motivos de não comparecimento a três pleitos seguidos e ausência à revisão biométrica”.
Ainda, conforme o TRE “os dados compreendem o balanço referente ao processamento dos requerimentos de atendimento eleitoral. O atual quantitativo de títulos cancelados sofrerá modificação em breve, visto que, segundo decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), eleitores de 53 munícipios mato-grossenses que tiveram o título cancelado por ausência a revisão com coleta de dados biométricos terão a inscrição regularizada temporariamente e poderão votar no pleito deste ano. Após a eleição, esses títulos voltarão a constar como cancelados. O TRE-MT aguarda a conclusão da operação de reversão temporária pelo TSE para contabilizar concretamente quantos eleitores serão contemplados”.




















































