
Um dos retratos mais fiéis da administração do prefeito Zé Domingos Filho (União Brasil) está estampada no comportamento avesso aos nobrenses de um modo geral. Empresários que ontem aplaudiam e ajudaram na eleição do atual prefeito de Nobres, hoje já não demonstram satisfação com a gestão.
Entre a população, o sentimento é o mesmo, a partir de uma “leva” de assessores trazidos de outros municípios, alguns de extrema capacidade e outros, ainda não se encontraram na gestão. Os que tem cacife e respeito estão listados a partir do secretário de Educação, Silvio Fidélis, secretário de Agricultura, dr. Jeováh Feliciano e o atual subprefeito, Francisco Libério, um nobrense que conhece a realidade local.
O mesmo não se pode dizer do secretário Itamar Bonfim, sempre diplomático, porém, conhecido no Médio Norte e em Diamantino, de forma pejorativa. A iniciativa do sr. Itamar, de recriar a criação, ao mandar tirar das prateleiras de pequenos comércios a produção artesanal rural (leite, rapadura, queijos e outros) à título de preocupação com a saúde, é qualquer proposta divagante.
Já foi rechaçada, tanto quanto a presença dessa personalidade na pasta da Saúde. Tanto que já pedem Marcos Cheba de volta, apesar de todas as manobras que comandou na gestão anterior, pouco ortodoxas.
Sobre Marcos Cheba e por ele, o governo deixou cair a máscara na sua primeira publicação de “nota de esclarecimento”, onde constava que não aceitaria o tradicional “toma-lá-dá-cá”. A nota de esclarecimento era garantir o primeiro boicote com as cores político partidárias contra os professores de educação física a partir do Neko (Carlos Marques Ribeiro).
Sob aludida aversão ao “toma-lá-dá-cá”, a administração Zé Domingos foi chamada a acatar a presença do “talentoso Cheba” dentro do governo embora pareça que esteja fora da bolha. Detentor de uma média de 800 votos, cooptados por ele em favor da esposa Néia, Cheba, reconhecidamente, a Oscip pode ser aquela que muito contribuiu para catapultar a votação da esposa do então secretário de Saúde.
Tantas vezes renegado nos palanques do candidato Zé Domingos por conta de suposta vantagem sobre os demais candidatos, na verdade, a vantagem já estava consolidada na forma de cooptar cada eleitor e todos de alguma forma. Se precisar, apontamos a forma.
Era pra continuar deixado de lado pelo governo, mas um amigo em comum do prefeito, já eleito, fez com que eles (Zé Domingos e Cheba) fossem colocados frente a frente. Depois disso, Cheba foi abrindo espaço dentro da administração e hoje já dá as cartas, de alguma forma.
Mesmo que para isso tenha que renegar velhos amigos, casos dos seus aliados no Esporte, professores que nunca tiveram domínio financeiro dentro da pasta de Esporte. Dentre alguns atuais subalternos na área do Esporte, no whatsapp, classificam todos, indistintamente, de ladrões. E Cheba se cala diante dos fatos. Ele e o seu velho amigo (amigo, mesmo!), desde a campanha de 2.008, o ex-vereador Chiquinho.
Esse é o Marcos Cheba, que desde 2018 até hoje, se tornou um perfeito ilusionista. Mas também pode ser classificado como “O Talentoso Cheba”, quase um homônimo de Ripley.
E assim, concluímos esta primeira parte da nossa narrativa, mas temos mais memórias a serem reveladas, como a fabulosa manobra para destronar a nora do prefeito e assumir o lugar dela naquele lugar atrativo e permissivo onde está atualmente o sr. Itamar Bonfim, que chegou para reinventar a roda na área onde predomina a principal bactéria, a que corrói os cofres públicos, denominada de Organização Social.
Organização Social (sic!) estabelecida para dar lustre ao trabalho escravo, sem férias, sem 13.º e com contas a pagar. Por que o prefeito atual não providenciou auditoria nas atividades dessa organização social nos últimos anos?




















































