Enquanto os profissionais da área da Saúde estão à postos nas unidades, tudo leva a crer que é no “Laboratório do Professor Pardal” que as invenções saem ou fluem, ao sabor do vento.
Mil e um programas e sem medicamentos, sem sequer agulha apropriada para teste de glicemia, desvalorizando o trabalho dos profissionais de saúde. Sem ter como atender aos pacientes, os profissionais tem que fazer o que pode para atender àqueles que buscam atendimento.
No caso específico do Bairro São José, o certo (sic!) seria adquirir pregos específicos (também!) para caibros e martelos para furar o dedo do paciente que busca teste de glicemia. Fura-se o dedo, literalmente com as agulhas em uso.
A verdade é que Nobres é o mais novo paraíso, para onde todos vêm para ganhar bem e ainda pleitear emprego para a família.
Nada contra quem pense que a capacidade do secretário de Saúde de Nobres seja para nível de Estado. Até porque, o secretário é recomendado por um secretário de Estado. Será por medo de perder a vaga para quem está aqui, sujeitando-se ao exercício de uma pasta que patina na falta de medicamentos há pelo menos 14 meses?
A verdade é uma só, a Saúde de Nobres sofre do mal da descontinuidade e de janeiro de 2.025 até hoje, muito ilusionismo, muita prestidigitação e nem aquele velho personagem das histórias em quadrinhos que uma imensa maioria nem sabe que um dia existiu, o Mandrake, não faria tanto com sua cartola.
O problema de Nobres e em Nobres, é que não há prata, razão para a desvalorização dos nossos santos… aqui da nossa casa.
Esbarramos em um problema grave, onde há diamante, mais valioso que prata… El Chico não o quer. E seguimos nós, com os dedos sendo furados com pregos…






















































