
Foto: Reprodução. Bairro Aeroporto/Rosário Oeste-MT
De acordo com informações obtidas pela nossa reportagem, no início do ano de 2.023, a Prefeitura de Rosário Oeste encerrou o convênio com o Educandário, onde mais de 200 crianças estudavam e tiveram que mudar de escola. Em outras palavras, deixaram de estudar na escola do seu próprio bairro e foram matriculados nas escolas do centro da cidade, tendo que atravessar a Rodovia Federal com todos os seus riscos e por aquela estrada federal circula tráfego pesado todos os dias.
Na oportunidade, através do prefeito, o município se comprometeu a transportar essas crianças, de 05 a 09 anos de idade, mas o transporte escolar já tem mais de uma semana que não funciona, deixando as crianças do bairro Aeroporto, do Porteirão e do Assentamento Fonte de Luz sem aula. Na cidade, à vista de todo mundo, a realidade é essa, imaginem o tamanho do descaso em relação à área rural.
SINTEP ALERTA:
“O impacto no processo de ensino aprendizagem dos estudantes da escola do campo terá reflexos também nos profissionais. O governo Mauro Mendes estabeleceu a política de valorização do professor, desconsiderando as diversas realidades. Como esses profissionais poderão apresentar resultados e terem direito a premiação dentro dessa realidade. É mais uma injustiça. Como falar em mérito com realidades educacionais tão diversas”, destacou.
Durante a sessão plenária, Joildo Jovino voltou a ressaltar a falta de comprometimento do prefeito, Alex Steves Berto, com a Educação. Os profissionais do município ainda estão sem o reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional, de 2023. Nem mesmo a inflação do ano foi repassada (RGA). E ainda, a prefeitura desrespeita as leis da carreira ao não estabelecer jornada única na rede municipal, de 30 horas. Todas as reivindicações foram feitas também aos vereadores, com foco em sensibilizar os parlamentares na defesa da Educação Pública, Gratuita, Laica e Socialmente Referenciada para todos e todas.
SOBRE O VEREADOR AMILSON
Em seus primeiros meses de mandato, o vereador Amilson Cláudio Neponoceno exerceu a presidência da Casa e integrou o G7, grupo intitulado como moralizador das atividades legislativas, mas o título criado pelos integrantes do grupo não demorou e na sessão de 23/04, Amilson da Distribuidora foi duramente criticado por populares.
No início, ou seja, nos primeiros meses de entusiasmo, o vereador Amilson denunciou o quadro de abandono que apresentavam as ruas do bairro Aeroporto, que de rua só tinha o nome. Mas tudo continua como antes, só o vereador mudou de lado, sendo acusado frontalmente na Câmara de Vereadores por populares como alguém que abandonou a luta pela população em troca de apoio ao prefeito Alex.
Esse abandono de crença é que causa preocupação nos munícipes que acreditaram nos parlamentares como representantes do povo no Parlamento municipal. Afinal, de que lado estaria o vereador Amilson da Distribuidora?


Foto: Reprodução/Assessoria: Câmara Municipal de Rosário Oeste-MT





















































Bom dia ! Vejo com muita tristeza este cenário político de ROSÁRIO OESTE. Vereadores(as) que são pagos para FISCALIZAR O EXECUTIVO(Prefeito). Aqui EM Rosário Oeste, acontece ao contrário, os Vereadores(as) são pagos para “NÃO FISCALIZAR O PREFEITO”.
É felizmente onde de tem mais dinheiro ninguém pensa em se eleger pra melhorar o município tão pouco nas pessoas que voaram neles esses vereadores só pensa em si próprio .as vezes me sinto vergonha de ser uma cidadã rosariense.,mesmo tempo indgninada.poxa até quando vamos aguentar tudo isso