
Tema: caça às bruxas/reprodução
Em Cuiabá, capital do Estado, a sucessão municipal já começa a fazer as suas primeiras vítimas a partir das demissões que são vistas. Nos municípios, o período de caça às bruxas deve começar até o fim do primeiro trimestre, que é quando ocorre o processo natural de desincompatibilização daqueles que devem disputar um cargo político, seja majoritário ou proporcional.
Paralelamente, os que demonstrarem algum tipo de preferência por nomes que devem disputar, logo passam a figurar na lista dos dispensáveis, mesmo que a disputa não esteja colocada. É a chamada “pressão” pelo apoio político, que é quando entra na temática a citação: “águas passadas não movem moinhos”.
O que ficou, ficou, agora é olhar para frente e apostar no continuísmo da dinastia, tão comum na maioria dos municípios dentre os mais de cinco mil existentes, onde não houver reeleição. Se o processo de reeleição estiver em jogo, os parceiros ficam.
Em alguns municípios mato-grossenses, as perspectivas são de que haja pressão por apoio a nomes, no mais característico jogo de interesse político e de menosprezo a uma maioria absoluta, os eleitores externos, ou seja, a comunidade eleitoral.
E não é de se estranhar, se esse fato se repetir em 2.024, quando os cargos políticos estarão em jogo. É a velha política…




















































