
Mais de dez municípios de Mato Grosso foram classificados com uma situação fiscal “excelente”, segundo dados do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta semana, conforme dados divulgados pela imprensa, em conformidade com os índices da Firjan de Gestão Fiscal (IFGF).
Com pontuação que varia de zero a um, o índice é composto pelos indicadores de “autonomia”, “gastos com pessoal”, “liquidez” e “investimentos”.
Entre os dez piores municípios em gestão fiscal em Mato Grosso estão aqueles municípios que tiveram uma pontuação abaixo de 0,6, entrando na classificação de “dificuldade”.
No caso específico do município de Rosário Oeste, nada de novo para uma gestão que, milagrosamente teve as contas aprovadas pelo TCE-MT. E bota milagre nisso quando o próprio TCE aponta situação de natureza grave o aporte de recursos da folha para o RPPS, porém, não repassado ao patrimônio do fundo de previdência.
E aqueles que trabalham, mal sabem, mal interpretam a gravidade dos fatos com o comprometimento do futuro e um inegável colapso financeiro no RPPS.
Há entre os funcionários, um grau de desconfiança camuflado por conta de represálias. De outra parte, bonificações mensais para associações rurais são de R$ 3.000,00, de olho no futuro que está aí, em 2.024.
Vacinação/Mal
E para completar a dose de desesperança, uma nota da imprensa aponta que Guarantã do Norte, Itaúba, Dom Aquino, Porto Esperidião, Lambari D’Oeste, Rio Branco, Rosário Oeste e Sinop entraram para a lista dos 42 municípios com os piores índices de vacinação do Estado. Outras 20 cidades saíram do ranking elaborado a partir de monitoramento realizado pelo Ministério Público.
O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira ressalta que o monitoramento tem por objetivo dar subsídios aos promotores e promotoras de Justiça para que atuem junto ao poder público local para elevar os índices de vacinação entre crianças, adolescentes e idosos. O procurador destaca a importância de sensibilizar a população sobre a eficácia das vacinas.
Intrigante
O que vem intrigando boa parte da população municipal de Rosário Oeste está manifestado nos grupos de whatsapp onde todos se perguntam como foi que a partir de um pedido de vistas de um conselheiro, as contas saíram da reprovação para a aprovação.
E ainda tem-se que o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto, que pertencia a chapa do ainda presidente Neurilan Fraga, abandonou o barco e apoiou o presidente eleito, prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin. Provavelmente, a partir dessa mudança de postura a sorte também passou para o lado do gestor que acumula posições negativas em todos os ranking’s que se divulgue.
Na verdade, o prestígio da administração municipal só se sobressai junto aos vereadores do município, que veem Rosário Oeste sob o prima da “ressureição”, acreditem se quiser.
Um pouco mais adiante, separados por 18 km em direção ao médio norte e norte, o município de Nobres está listado como o primo rico em comparação a Rosário Oeste, de vasta área territorial onde as más gestões se sucedem.
E pra não variar, mais uma que caminha para a repetência dos mesmos erros, que são as mágicas criadas para a reeleição. Melhor seria que o município não tivesse Parlamento e o auxílio da gestão fosse apenas por parte das associações rurais, para onde estão sendo canalizados recursos.





















































