
Hoje (28/03), especialmente, o município de Nobres depositou o seu voto de confiança, outra vez, no prefeito José Domingos Fraga Filho, ao tomar conhecimento, em entrevista coletiva, que o gestor cedeu aos apelos da maioria, apoiando a saúde coletiva.
Trata-se de uma tomada de posição que coloca o gestor no patamar daqueles administradores que são detentores do respeito e da admiração de uma parcela considerável da população. São aquelas que necessitam da assistência à saúde mais perto dos que realmente necessitam. Afinal, só uma minoria tem cacife financeiro para buscar tratamento nos melhores hospitais e clínicas sediadas em Cuiabá.
Os planos de saúde, no máximo, são aqueles que permitem um exame, uma consulta à preços menores, nem tão menores assim. Um parto no setor privado custa o olho da cara, além do deslocamento, o local onde são registrados os nascimentos nos colocam como uma cidade ainda na categoria provinciana.
Nos colocava, até a sensatez política e administrativa ser recuperada, com a graça de Deus e com o reingresso do gestor público aos dias de uma normalidade que se mostrava incompreensível aos olhos e ao entendimento de uma comunidade que delegou-lhe poder e com este uma enorme responsabilidade, a de cuidar de Nobres e de todos os nobrenses, indistintamente.
Até os mais desconectados da política, sabiam que alguma coisa estava fora de prumo, mas, nada que um bom Gardenal não possa resolver. Para um gestor que foi votado com uma boa margem de votação, o respeito haveria de ser mútuo e, finalmente, foi resgatado.
Além de se propor uma volta ao lugar de onde não deveria ter saído, o prefeito Zé Domingos tem uma obrigação que é própria e única, a de limpar a própria barra, praticando um modelo de gestão que tenha brilhantismo e luz própria, o bastante para fazer apagar a má impressão que ainda está por aí, em algum lugar do passado.
Já dizia um velho e sábio pensador sobre as pedras atiradas no passado, estas, teimosamente, caem no presente. E uma boa gestão, sem revanchismos e pensando apenas no conjunto da obra, tem a segurança de uma lage, onde, por mais que se atire pedra, ela garante a segurança para que debaixo daquele teto, nada seja atingido.
Que esse episódio da saúde e do descaso para com as necessidades do hospital conveniado e seus colaboradores, seja o começo do fim para que as luzes se acendam e resplandeçam sobre as cabeças dos gestores públicos, entre o próprio prefeito e sua equipe administrativa.
A partir dessa decisão, finalmente, José Domingos Fraga Filho voltou a ser o Zé Domingos que se aproximou de Nobres e não foi por mero acaso; ele queria ser prefeito e o povo acreditou nele.
Oxalá!, melhore cada vez mais e seus neurônios sejam reabilitados para que o povo de Nobres, de fato e por direito, acredite nele.
Já o hospital, a responsabilidade é aumentada, dez, cem vezes mais, porque está sob nova direção e a qualidade no atendimento precisa ser destacada, ao ponto de a confiança ser relevante por parte da clientela, da comunidade, enfim.
Tomara que de lá não saia mais nenhum fracasso político, essa coisa tentada desde o ano de 1.992, que nenhum benefício trouxe à importante casa de saúde.
E, pressupostamente, todos foram felizes para sempre, até o longínquo dezembro de 2.028.





















































