A posição do governo do atual prefeito José Domingos Fraga Filho, pelo menos até agora, está para “pisar” nos adversários, naqueles que foram contra ou deixaram de participar dos apoiadores do atual governo. Está explicitado que desde já havia alguma pessoa com “sede” do Esporte em Nobres.
Alguém “alimenta” essa vingança contra os nobrenses, claramente demonstradas na transformação da administração municipal numa sucursal de Sorriso, onde os velhos amigos são prestigiados. Fica a torcida para que a gestão dos novos “deuses” (citação por quem está no governo) da gestão pública coloque em prática a proposta do prefeito atual, de deixar um legado aos mato-grossenses, o bastante para apagar do seu histórico as mazelas que estão nos anais da nossa história recente.
O professor Carlos Marques, o Neko, autor de um título de cidadania ao então deputado José Domingos Filho, acaba de ser defenestrado pelo gestor e a sua secretária, além de exposto ao ridículo com o gabinete cheio e as ironias divulgadas por uma mãe.
O então vereador Neko, ao propor título de cidadania ao deputado José Domingos, levou em conta o empenho do parlamentar, à época, por volta de 2.012 em diante, de redobrar esforços pela pavimentação da MT-241. Mas, todos daqui e o próprio autor da matéria, desconhecia que a pavimentação da MT-241 fazia parte do interesse do próprio parlamentar, para valorizar as duas propriedades, adquiridas bem antes.
Beneficiou-se a todos e, de alguma forma, ao próprio patrimônio do então parlamentar. Anos mais tarde, Zé Domingos, costumava receber os amigos parlamentares e convidadas para rodadas de violas.
Hoje, com a situação resolvida, política e financeiramente, o ex-deputado é o prefeito de Nobres, sob promessa de deixar um legado inesquecível aos nobrenses e aos mato-grossenses.
Mas, com essa política discricionária e revanchista, colocando os nobrenses em planos inferiores, os indicativos não sinalizam para uma gestão de alcance popular. Popular sem ser populista, respeitando os cidadãos daqui.
Afinal, a campanha política já passou e é hora de governar para todos, sem revanchismos.
É cedo para avaliar a gestão, mas, de polêmica em polêmica, vai ser complicado e imprevisível os resultados pleiteados. O prof. Fabiano Albuquerque é mais um aborígene a tomar chá-de-cadeira e a ser desclassificado pela administração, com evidências de que tenha alguém querendo se vingar de um passado não muito distante.
As pessoas que vieram para a nova gestão, é importante reconhecer que aqui é Nobres e que Sorriso é Sorriso, um município que deu certo e superou a própria origem após o desmembramento de Nobres. “Lá em Sorriso é isso, lá em Sorriso foi aquilo”.
Resta saber por que o superintendente não ficou por lá, onde o sucesso é permanente e o orçamento para o Esporte é muito maior que o de Nobres. Reitera-se, senhor superintendente, independente da sua experiência e da sua bagagem, aqui é Nobres e as pessoas que estão aqui merecem respeito.
Que não seja obrigado a contratar este ou aquele, respeita-se essa posição. Mas, respeitar as pessoas daqui, também é necessário, útil e agradável. Pra quem teve 42 votos naquele município, deve-se respeitar a história de quem está aqui.