A atual administração municipal de Nobres sob o renomado político de carreira, José Domingos Fraga Filho, que já foi desde vereador passando por prefeito com vários mandatos até chegar a deputado estadual, além de servidor público na antiga Emater-MT e na área administrativa na AL-MT.
Poucos neste Estado terão um currículo semelhante ao do prefeito Zé Domingos, porém, com dívida para com a população de Nobres, podendo ser compensada neste ano de 2.026, quando a máquina pública volta a funcionar, já nesta segunda-feira, com quatro dias do novo ano já deixados para trás.
A administração de Nobres, sob o prefeito Zé Domingos (União Brasil), tem a responsabilidade de “abraçar” todos os problemas de infraestrutura herdados da gestão anterior, sendo o Bairro Ponte de Ferro o pior de todos os males, por conta exatamente da falta de infraestrutura básica.
Além do Ponte de Ferro, o Bairro Serragem e toda a sua umidade é também um desafio para a administração municipal e vai muito além da titulação de áreas outrora públicas aos seus donos.
As deficiências estruturais em bairros se juntam a um problema dos mais vistosos e reclamados, a ausência do gestor público na cidade que administra, desconhecendo ruas e bairros da cidade sob seu comando.
Um prefeito que delega competência é como um banco onde a Inteligência Artificial predomina na relação fria entre o ser humano e a máquina. O problema não está em delegar competência, mas em estar de corpo presente conhecendo a dura realidade das pessoas, as quais são atiradas sob os seus ombros o pesado custo da máquina de governo.
Inegavelmente, temos uma seleção de secretários respeitados e conhecedores das suas respectivas missões. Mas, nada como um comandante para que as pessoas sintam a sua presença e que não seja aquela figura de palanques e de muitas promessas.
Além de ausente, o prefeito Zé Domingos (União Brasil) ainda se mostra também ausente na arte de dialogar com as mais diversas correntes políticas existentes. O prefeito Zé Domingos tem se apresentado como um “ser supremo”, impondo apenas as suas vontades, de muitas vezes, contra a economia popular.
Esse milagre da “transformação”, de Nobres para uma Sorriso, não acontece do dia para a noite e muito menos com a participação dos seus “amigos” superintendentes, como estrelas de uma constelação que chegou para moldar Nobres a um novo conceito de cidade.
Ainda bem ou menos mal, que a ausência do prefeito Zé Domingos tem possibilitado às pessoas a garantia de que alguns nomes veem surpreendendo e apresentando resultados satisfatórios.
Que vão acontecer muitas obras, sem dúvida, porém, a presença do gestor à frente da gestão nem seria preciso reclamar.
Ninguém precisa e não deseja um prefeito “mega estrela”, que administra o município remotamente, apenas “mandando” e se furtando ao diálogo com a sociedade, seja organizada, seja civil ou desorganizada. Esta última hipótese é na qual se enquadra a Secretaria Municipal de Infraestrutura, onde muitos alegam existir um tacho com gordura quente, onde vem sendo fritado o atual secretário Acendino Mendes de Souza.
Feito coração de mãe, nesse tacho ainda cabem algumas figuras de proa, citadas em menções que ecoam de dentro do próprio governo, caso específico de uma tal “coach de transformação social”, sendo flechada por arqueiros de dentro do próprio governo.
2.026 chegou e, de fato, “Nobres Não Pode Parar”, mas ficou estagnado por um ano, em 2.025, apenas vendo a banda do trivial passar, comendo jabuticabas.
Fotos: Reprodução























































