Entra governante e sai governante e nada muda no Bairro Ponte de Ferro. A mais recente investida para estruturar o Bairro São José foi desaguar no Ponte de Ferro, onde o sistema de escoamento das águas pluviais ficou inconcluso e o afundamento do leito trafegável no final da Rua Sergipe continua lamentável.
Alguém sabe revelar por que a denominação de Rua Miranda? A verdade é que a situação da artéria desqualifica a homenagem, tamanho é o descaso para com aquele trecho da cidade, vítima de gestões descuidadas e despreocupadas com aquela via, onde residem pessoas que também pagam seus impostos.
Nos últimos anos, quatro, seis, oito, dez e mais um que já finda, a Rua Miranda segue do mesmo jeito, a espera que alguém olhe para aqueles lados, No Bairro Ponte de Ferro, se fosse só a Rua Miranda, até que os problemas seriam menores.
Menores quando se vê e se assiste tapa-buracos com rejeito de minério. E os discursos, sempre eloquentes sobre o amanhã, sobre o ano de 2.026 e o ilusionismo para ludibriar o eleitor. A ordem agora é investir em pão e circo para que o eleitor não olhe ao seu redor.
Muito se fala que o gestor atual não lê e não acompanha as redes sociais e nem os noticiários. Ninguém pede isso, a intenção é informar aqueles que pagam impostos, aos vereadores e a toda comunidade, de modo geral.
O mais importante nesse contexto é que a própria representatividade situacionista já anda preocupada com esse marasmo governista com a necessidade de alertar que é preciso trabalhar, afinal, dinheiro tem.
Que belo exemplo pode dar a situação, diante dos fatos, oportunamente, quando a gestão municipal se volta para convênios com uma determinada empresa que domina o tema da morte quando cuidar da vida e buscar melhorar a vida das pessoas é muito mais importante.
É como diria aquele jornalista, por aqui há a ““coach de transformação social”. Mas, será que firmar convênio com a “indústria da morte” vai mudar a imagem social da administração municipal?
























































