
Na sessão realizada na noite de 24/10/2.022, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Nobres, José Dias Filho, de codinome “Bacalhau, ocupou a tribuna da Casa para dizer que estava com alguma coisa “entalada” e que guardou paciência para aquela ocasião.
Conforme “Bacalhau”, ele não pede pra ninguém “fazer matéria” pra ele e se o fazem, ele não sabe por quê. Não precisa da imprensa, de uma imprensa “tercerada(sic!)” que fala de um processo que não entende. Uma imprensa que “vive de migalhas”, segundo o ilustre parlamentar.
Que ele não goste da pessoa de certos integrantes da imprensa, nada de errado. Mas ter a pretensão de diminuir as pessoas, logo ele que um dia teve uma rádio de fundo de quintal, portanto, pirata.
Formado como técnico em contabilidade, ele (Bacalhau) já foi DJ e por obrigação tem o dever de se posicionar como autoridade política que é, com clareza e sem inventivas. Mas o radialista da antiga rádio pirata parece querer tornar as palavras simples em difíceis, por exemplo, citar palavras que desconhece e que as joga ao vento com certo ar de superioridade. “Degrenir” é uma palavra desconhecida; “sarcear” também é uma citação desconhecida.
O vereador “engomadinho” tem o hábito de dizer “a gentchi” quando o correto seria nós, considerando-se o cargo de autoridade em que está investido. Esse difícil palavreado nos remete ao exercício de entrevistador da rádio pirata onde, por volta de 2.002, anunciou que estaria em entrevista coletiva com o ex-prefeito Devair Valim. Só os dois num quartinho: “entrevista coletiva(sic!)?”.
A mesma imprensa que vive das migalhas é a mesma que sabe que o vereador Bacalhau (que não é da Noruega) tem o hábito de cuspir para o alto, sem medo da lei do retorno. Foi eleito se utilizando da estrutura da Secretaria Municipal de Saúde e não hesitou em contribuir, decisivamente, para a criação de uma CPI, contra aqueles que o catapultaram ao poder.
Contra os pobres mortais, os que ele alude que vivem de migalhas, o vereador se nos parece “terceirizado” ou como legislador de escambo, sendo utilizado como moeda de troca em negociações para uma malfadada CPI, que é natimorta.
O ilustre parlamentar, da mesa farta, cuja citação sobre ele ouvimos dizer, que estaria com o ego inflado ao comandar uma CPI se furtando ao diálogo com o governo. Sem a CPI e com os dias de mídia particular contados, o nobre parlamentar voltará ao lugar comum, dos simples mortais, já sem aquele “poderzão” todo, mas será que manterá a mesma ojeriza contra a imprensa?
Aliás, esse aparato midiático particular, quem banca?





















































