
Enquanto o fraco candidato de Mauro Mendes a prefeito de Cuiabá, deputado federal Fábio Garcia (UB), quer ultrapassar Eduardo Botelho na sucessão municipal do ano que vem, essa corrida sucessória pode acabar com a frente petista como vencedora.
O governador Mauro Mendes e sua máquina publicitária tem sido exímio contador de estórias, caso da orla da Baía dos Malheiros no centro de Cáceres, onde Mendes foi prometeu e não cumpriu nada até agora e o cenário segue horrível aos olhos dos visitantes. No Festival Internacional de Pesca, previsto para o período de 04 a 09 de julho, próximo, tudo vai continuar como está, a “exposição absurda de esgoto “in natura” sendo despejado no rio Paraguai.
A rodovia dos Imigrantes é o corredor da morte em Várzea Grande e o Governo do Estado de olho em estrada federal, o trecho entre Diamantino e Sorriso, das estreitas rodovias federais, bem ao modo brasileiro de ser, que constrói pra hoje e não pensa no amanhã.
Voltando para Cuiabá, Mauro Mendes quer emplacar Fábio Garcia, sabe-se lá, por que, deixando de lado Eduardo Botelho, mas, ao fim jogará os dois em um tacho de água fervente, após colocar o União Brasil em ebulição por conta de carregar o neto de José Garcia Neto nos braços.
Em meio a essa vontade de Mauro Mendes está o projeto “Transporte Zero” e a promessa de “ajuda” aos pescadores a partir de um salário mínimo, regressivo a cada ano. Sem pescar, sem poder transportar, sem poder armazenar, a título de reciclagem e repovoamento natural do rio Cuiabá, milhares de pescadores vão passar necessidade e o caos social e econômico se instalará de Barão de Melgaço a Nobres.
Os chamados rios federais que são navegáveis, nem o Ministério da Pesca teria jurisdição sobre estes, segundo o talentoso Mauro Mendes e a sua força política, adquirida após enorme apoio do grupo União Brasil.
Com essa proposta, de persistir com o projeto “Transporte Zero”, Mauro Mendes joga por terra as pretensões do União Brasil de lutar pelo poder político em Cuiabá, jogando ao colo de uma frente ampla petista as eleições municipais que já não seriam fáceis de vencer.
O que os pescadores e muita gente menos imaginam, é o que estaria por trás desse interesse, também defendido pelo deputado do PSDB, Carlos Avalone. O “Transporte Zero” tem tudo para ser uma operação política kamikaze que pode levar ao fundo do rio Cuiabá as pretensões de Eduardo Botelho e do “menino dos olhos” do governo Mauro Mendes, o denominado federal Fabinho Garcia.
Quem sabe se dessa operação suicida não surge mais uma lenda sobre um certo minhocão, mas não do Pari e sim um sobre “trairão”, que afundou a nau dos insensatos do União Brasil.





















































