Eis que o município de Nobres volta a conviver com mais instabilidade na área da Saúde, isso para não adentrar na seara do setor público, onde vereadores denunciam, cotidianamente, a falta de medicamentos nas unidades de saúde.
Já o hospital do setor privado, mesmo que cumpra todos os itens contratuais, ainda assim, a direção do hospital que presta serviços ao município de Nobres teria outros e outros obstáculos em seu caminho.
Uma das metas impostas ao hospital privado seria a obrigatoriedade de ter um total pré-determinado pelo contratante e de obedecer àquele quantitativo de internações hospitalares, bem além das 90/mês que está pactuado. Caso não cumpra essa meta, de atender o limite imposto, a empresa de saúde é glosada. Ou seja, perde no mínimo R$ 10% /mês, do valor do contrato.
Se cumprir a meta estabelecida, como tem feito, não recebe nada como bonificação, levando-se em conta que o total contratado é de 90 Autorizações de Internações Hospitalares (AIH’s), mês a mês.
E quando chega a atender 100, 110 pacientes por AIH, não recebe nenhuma bonificação, reitera-se. Até porque, o hospital não “produz” AIH, cujo instrumento é de competência pública.
É importante ressaltar, que aquilo que reza o contrato, de 1.120 procedimentos/mês, isso vem sendo observado pela contratada, quando se realiza em torno de 5.000 procedimentos/mês.
Os casos de síndrome gripal se avolumam e a unidade hospitalar vem atendendo pessoas de todas as idades, notadamente, crianças e idosos, diariamente.
Em Nobres, está “proibido” de morrer pessoas, cuja conta quem paga é o hospital, enquanto que a atenção básica consome milhões de reais para custeio da própria ineficácia.
FESTA
Enquanto isso, só com três emendas parlamentares, o município tem cerca de R$ 1.700.000,00, para gastar na festa de aniversário de Nobres. Mas, e a alegada alta soma de recursos próprios que estão “guardados”, conforme um ou outro parlamentar aponta?
OSCIP
A Organização Social de Interesse Público poderá ser questionada, cujos dados levantados por determinados parlamentares revelam uma verdadeira “lavanderia” de recursos públicos que trafegariam entre o público e o privado.
E não seria de hoje. O questionamento é tema de muita controvérsia e quando tudo vier à tona, as águas vão rolar. E como vão.






















































