
Não há uma torcida inteira contra a gestão do prefeito Zé Domingos (União Brasil), mas o governante precisa abandonar os seus conselheiros políticos; até porque, esse papo de Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda não tem tanta realidade assim.
Até porque, o século XII já faz um tempo que já passou e as mesas de hoje nem são redondas. Esses tais Cavaleiros da Távola Redonda de hoje podem colocar, se já não colocaram, o prefeito Zé Domingos numa fria.
Em outras palavras, o prefeito Zé Domingos está na sintonia errada e como personagem de uma lenda bem atual, a de que um prefeito deve fazer o que quiser, quando quiser e não dar satisfação a ninguém.
Se for isso que lhes indicam esses tais cavaleiros ou teria amazona, também(?), que lhes indiquem que administrar Nobres, só com mãos de ferro, o tempo é outro. Se seus cavaleiros/conselheiros lhes digam que se deve ignorar coadjuvantes, parceiros e governar só pensando em “crucificar” o povo, algo vai dar errado lá na frente.
Se o prefeito Zé Domingos seguir nesse enredo errado, ouvindo apenas os seus mosqueteiros, que sejam três, quatro ou cinco, a sua gestão se perderá em densas brumas. É lamentável que o prefeito Zé Domingos não tenha a sensatez de parar para ouvir outras realidades e não apenas o ilusório cenário que lhes ofereçam os seus conselheiros.
O município de Nobres precisa de um Zé Domingos que seja o prefeito de todos e que saiba reconhecer que a disputa eleitoral já ficou no passado. Ou será que seus conselheiros políticos desconhecem essa realidade?
Nem em Nobres tem nenhuma Excalibur e nem os cavaleiros da tal mesa redonda existem e o que temos de verdade, são pessoas que querem que Nobres dê certo e que a população não seja tão penalizada como está sendo, com taxas e mais taxas sendo colocadas sobre os ombros dos contribuintes.
A expectativa, que não deixa de ser uma verde esperança, é a de que o prefeito Zé Domingos volte ao estado presente e seja presente ouvindo pessoas, auscultando o próprio coração e se torne o gestor dos sonhos de todos os nobrenses.
Já não há mais cores partidárias e que a bandeira a ser desfraldada seja a do município de Nobres, na transformação de esperança em realidade, onde o gestor público tenha a simplicidade de ouvir opiniões e concordar ou discordar delas; mas que as ouça.
Daqui até o momento em que se dispuser a ouvir outras pessoas, que não sejam os seus “mosqueteiros” ou cavaleiros de uma imaginária mesa redonda, espera-se que não demore muito. Afinal, já vamos para seis meses e a imagem do prefeito está desgastada sem que ninguém saiba nem quem sejam os seus conselheiros políticos.
Talvez o Santo Graal que todos buscamos seja uma gestão eficaz e que coloque Nobres no lugar que todos os nobrenses merecem. O resto, bem o resto… que não passe de uma lenda, tal e qual esses tais conselheiros políticos.





















































