
A verdade, talvez não a única, é a de que algumas pessoas nunca estão satisfeitas, sempre. Entre 1.995 a 1.996, em Nobres, a eleição da Mesa Diretora foi motivo de chacota e de dentro do próprio Parlamento emergiu a denominação pejorativa de “urubus da prefeita”.
A partir de 1.997, o Parlamento de Nobres teve a sua imagem entregue à bancarrota. Vereadores foram denunciados e até prisões ocorreram, onde se alegava que foi uma grande injustiça. A motivação foi por ações investigativas de determinados vereadores.
HOJE
Como poucas vezes, o Parlamento conta com um quadro de vereadores que busca mudar a imagem do Parlamento Nobrense, pra melhor, é claro. A administração municipal patina nas promessas de campanha sobre um certo milagre da transformação que, alega-se, seja muito cedo para acontecer.
O ex-prefeito Leocir Hanel, após dois mandatos consecutivos, nunca foi uma unanimidade e também não pleiteou esse feito, mas praticou gestões que mudaram a imagem de Nobres. Onde havia ruas com enormes valetas e até ruas desconhecidas, ali o pavimento chegou.
Infelizmente, esse patamar atingido pela administração do prefeito Leocir Hanel foi a que fez criar o slogan de campanha “Nobres não pode parar”. E parou, lamentavelmente. E muitos dos atuais vereadores, aliás, à unanimidade, conhece a realidade de Nobres e sabe das potencialidades do município. É bom que se abandone a potencialidade para se tornar uma realidade.
E nessa trajetória, bastante recente, os vereadores estão comprometidos em mudar velhos conceitos, cobrando uma postura mais coerente da atual administração, onde, segundo apontou a vereadora Zilmai Ferreira de Jesus, os secretários, ao menos alguns, estão sem autonomia e sendo atirados à fogueira das vaidades. Os natos, lógico.
O vereador Emerson Andrade (foto/assessoria/arquivo) tem sido veemente em seus pronunciamentos e aponta que a gestão do prefeito Zé Domingos é uma falácia, com privilégios a poucos em detrimento de muitos. Poucos ganham muito e muitos ganham, pouco, conforme o vereador dr. Emerson.
Mas, parece, conforme o vereador Emerson, que há uma minoria incomodada com o posicionamento dos vereadores e tratam essa posição como sendo “mimimi”.
O vereador e presidente da Câmara dos Vereadores, Flávio Rondon, durante a sessão legislativa de 28/04, destacou a luta dos onze vereadores na defesa dos servidores do Hospital Laura de Vicuña.

Para o líder do governo na Câmara dos Vereadores, vereador Eliés Borges de Paula (foto/arquivo), empenho não tem faltado na intermediação de uma solução positiva ao impasse estabelecido na reforma do contrato com o hospital.
Dessa forma, de fato e por direito, Nobres tem que andar e seguir a procissão… até porque, há que se ter cuidado, porque o Santo Zé de todos os dias, é de barro.
Ao se deixar de lado o “happy hour”, Nobres voltará a andar, lembrando sempre que Nobres não pode parar.





















































