
Se vai aceitar convite para se candidatar por umas das siglas partidárias até o começo de 2.024, ainda no primeiro trimestre, é um assunto restrito ao conceito do nome mais lembrado, espontaneamente, para uma eventual candidatura em 2.024, mas Gilmarzinho da Ecoplan não confirma, peremptoriamente, que possa voltar ao cenário político.
Ao contrário do que foi citado em uma matéria opinativa, o PL não deve mudar de direção e procurar o ex-prefeito Sebastião Gilmar para integrar as suas fileiras e isso é algo que não deve ocorrer. Mas o PSD de Fávaro deve também acenar para Gilmarzinho passar a integrar as suas hostes partidárias. Até porque, antes de filiar-se ao DEM, atual União Brasil, Gilmarzinho havia deixado o PSD onde permaneceu o senador e atual ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
As conjecturas políticas estão sendo colocadas e o União Brasil, caso ocorra a saída do ex-prefeito Sebastião Gilmar, deve ficar com a representatividade apenas do atual vereador José Dias Filho, de codinome Bacalhau, que se lançaria, sem concorrências, ao cargo majoritário em 2.024. Será?
Um nome que deve se fortalecer é o da atual presidente da Câmara Municipal de Nobres, vereadora Zilmai Ferreira de Jesus, que deve ganhar boa visibilidade política a partir das decisões que vem tomando à frente da Mesa Diretora.
Zilmai vai precisar de uma boa articulação política, fato que a colocará cada vez mais em evidência, melhorando a sua boa ascensão junto ao eleitorado carente, onde mantém uma base forte em face das suas intervenções na área da saúde e no social.
Uma possível candidatura majoritária de Sebastião Gilmar elevará o nome de Zilmai para ser vice com apoio do PL, do PP, do PSD e de outras siglas que se aproximarem desse conjunto presumível a ser criado.
O PL de Marcos Cheba terá como trunfo um grupo forte, com nomes jovens e de potencialidade para abrir caminho em meio ao eleitorado. E um recuo de Gilmarzinho da Ecoplan pode fazer com que Cheba se encha de gás para uma disputa majoritária.
No PSB, quem deve disputar a pré-candidatura majoritária será a odontóloga Simone Ribeiro, também uma presença forte no cenário político local. O atual vereador Rogério Frazão está sendo sondado por uma outra sigla ou, pelo contrário, seria o próprio vereador a analisar a saída do PSB.
Até agora, há um cenário de incógnitas e se muitos querem Gilmarzinho, restará saber se ele quer isso, retornar ao cenário político em 2.024. Há muito de informações sobre o seu possível retorno, mas o próprio Gilmarzinho ainda não disse sobre essa possiblidade pessoalmente ou em declarações públicas.
Uma sondagem nesse terreno com nomes prováveis pode ser um bom termômetro no combate a um cenário “febril” de conjecturas lançadas ao vento, propício àqueles que se lançam na aventura de “catar” papéis em dia de ventania.
A reeleição para os atuais vereadores vai depender de muito malabarismo político e uma forte articulação política e financeira para evitar a derrocada de praticamente todo o elenco. Há uma forte tendência de que aquele que não buscar a melhora no seu perfil de atuação, corre sério risco de “naufrágio” das pretensões de ficar no poder.
E se o “navio” fizer água, pode decretar uma corrida desenfreada de alguns agiotas em busca do que lhe é devido.
É o “salve-se quem puder” que já começa a ser delineado ainda neste ano de 2.023.





















































