A administração municipal de Nobres, através da Secretaria Municipal de Agricultura, informa que vem realizando uma ação conjunta com a Vigilância Sanitária e o Serviço de Inspeção do município de Nobres no sentido de propor a melhor qualificação dos produtos ofertados ao consumo humano.
Isso, por ordem do prefeito municipal, onde a proposta principal é a de regulamentar a produção dos pequenos e grandes produtores que não tenham registro. Considera-se que a produção esteja precária e que haja riscos de contaminação em relação ao consumo humano.
No momento, segundo se informou, não há nenhuma punição ou proposta de retirada de produtos das prateleiras. Haverá injeção de recursos no sentido de melhorar a qualidade dos produtos.
A iniciativa é a de esclarecer aos produtores artesanais de queijos, doces e outros produtos da agricultura familiar produzidos artesanalmente no sentido de regulamentar e se registrar a linha de produção com a devida qualidade, conforme as normatizações do SIM Municipal.
Conforme a médica veterinária da Secretaria Municipal de Agricultura que, responde pela área de Inspeção Municipal, Juciely Penteado, que trouxe luz aos fatos, de maneira cordial, informando que a regulamentação será necessária e trará resultados positivos a todos.
Por enquanto, as ações são apenas educativas e não há nada que indique nenhuma posição radical, de retirada dos produtos das prateleiras. Mas há legislações e medidas que estão sendo aprimoradas tanto em nível estadual, federal e ainda no âmbito municipal que levam a adequação da linha de produção artesanal, levando também a necessidade da regulamentação dos produtos consumidos pelos cidadãos e cidadãs.
Como são produzidos esses produtos, como é a qualidade da água utilizada e como ocorre a manipulação desses produtos ofertados ao público que, numa segunda fase, carecerá de certificação do SIM (Serviço de Inspeção Municipal), tal e qual ocorre com o peixe e a carne de gado.
Diante desses fatos e da má informação, a médica veterinária Juciely Penteado fez questão de frisar que não há nada que tenha relação com a desinformação de punição imediata. Porém, todos terão que se adaptar as normas pelo bem da saúde de todos.
Foto: Meramente Ilustrativa/Reprodução






















































