
Em pouco mais de cinco meses de uma gestão que não deslanchou, há indicativos de que o prefeito pretende virar a chave embora não fale em mudar as superintendências.
Há evidências de que o primeiro sacrifício proposto seja na Secretaria Municipal de Assistência Social, cargo que teria sido oferecido ao grupo de parlamentares, considerado oposicionista. No campo das insinuações, ainda, há quem diga que ofertas nessa direção já deixaram os arraiais governistas.
Contudo, a oferta não foi aceita e a oposição segue unida. De outra parte, segundo uma fonte governista, alguns conselheiros de dentro do governo, defendem que o prefeito Zé Domingos não dê atenção aos oposicionistas.
A leitura sobre esse tipo de conselheiro, é de que haja uma manobra conspiratória em curso e que pode afetar diretamente a gestão do prefeito Zé Domingos. Mas, o fato de ser um político autossuficiente em conhecimento sobre gestão pública, o prefeito de Nobres segue com o alinhamento de que cada um no seu devido lugar.
Esse estilo de governar de décadas atrás, em Sorriso, com os poderes atuando separadamente, pelo menos até agora, não rendeu bons frutos.
Ainda em junho, o município ainda não entregou o IPTU aos munícipes e o prefeito segue impondo censura àqueles que ele considera adversários políticos até hoje. Alguns dos casos mais emblemáticos estão no hospital contratado pelo município, o Hospital Laura de Vicuña, onde sabe-se que o prefeito Zé Domingos não aceita a contratação do médico cirurgião José Carlos da Silva. Segundo fonte governista, a restrição ao médico seria de ordem pessoal.
E há ainda a proposta de atravancar qualquer iniciativa em relação ao atual diretor administrativo do Hospital Laura de Vicuña, advogado e atual gestor administrativo da unidade hospitalar, Silvério Soares de Moraes.
Liste-se nesse rol, mais seis vereadores, o que revela que o prefeito Zé Domingos (União Brasil), está com um excelente e visionário time de conselheiros políticos.





















































