O acolhimento da clientela atendida nas creches municipais é inquestionável. No caso específico da Creche “Regina Joana Ecker”, há toda uma equipe empenhada em acolher as crianças ali matriculadas e a direção daquela unidade tem dedicado especial atenção aos serviços prestados pela creche citadina.
Mas, a estrutura física da unidade precisa ser melhorada, notadamente no acesso ao setor interno, onde as portas são desde a sua criação, há mais de 14 anos atrás, se apresentam estreitas.
A própria definição do local para implantação da creche apresenta sinais de descaso ou de interesse na valorização de imóveis em um setor que é úmido, em excesso. No entorno da Creche “Regina”, só matagal e água, passando para a poeira na estiagem.
Diante de um velho problema, a Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão, através da titular, Leidy Santana (foto), assegura que buscará diálogo com a secretária municipal da Educação, Elizabete Britez Souza, para a solução dos problemas apontados e alvos de reclamações de mães e pais que conduzem seus filhos àquela unidade municipal.
Do lado direito da creche, um terreno pantanoso, bem que poderia ser limpo e aterrado com rejeito, com o proprietário sendo acionado para resolver o problema.
Enquanto o chefe do Executivo tem se ocupado em fugir do contato com os munícipes e com os próprios parlamentares municipais, de outra parte, há quem represente bem e satisfatoriamente a gestão, buscando minimizar os velhos e novos problemas estruturais reinantes no município.
Pais e mães dos infantis que usufruem da creche naquele setor da cidade aguardam pelas respostas positivas.