De alguma forma, a administração municipal está em Nobres, desde janeiro de 2.025, para conceder vantagens salariais e apadrinhar a ineficiência e manter uma espécie de mídia digital exclusiva para manter a fachada de uma gestão eficiente do ponto de vista do gestor público.
De acordo com a matéria em forma de Projeto de Lei “A proposta tem por objetivo acrescer 1 (um) cargo de Gerente de Secretaria, 5 (cinco) cargos de Diretor de Secretaria e 3 (três) cargos de Chefe de Departamento, sem criação de nova secretaria, sem modificação da estrutura administrativa básica já instituída e sem alteração das atribuições legais já previstas na legislação municipal”.
Foto: Prefeito de Nobres: Zé Domingos/Reprodução
Ainda, segundo a missiva para análise parlamentar, “Trata-se, portanto, de adequação quantitativa pontual, voltada ao aperfeiçoamento da capacidade de gestão, coordenação e supervisão das atividades administrativas já existentes”.
Em meio aos “salamaleques” ou adoçantes ao Parlamento, diz a proposta que “A medida decorre do aumento das demandas administrativas e operacionais enfrentadas pelo Município, bem como da necessidade de fortalecimento da presença institucional do Poder Público nas diversas frentes de atendimento à população”.
Outro melzinho na chupeta aos parlamentares: “A Administração Municipal vem ampliando a execução de políticas públicas, projetos, programas, rotinas de fiscalização, acompanhamento de contratos, organização interna de secretarias e coordenação de equipes, o que exige estrutura mínima de direção, chefia e assessoramento compatível com a realidade atual dos serviços públicos. Não se trata de ampliação desarrazoada da máquina pública, mas de providência administrativa destinada a assegurar maior eficiência na condução dos trabalhos internos e, principalmente, maior capacidade de resposta às necessidades concretas da comunidade”.
E o pior, a direção sindical é tratada com desdém e chá-de-cadeira, para tudo se resumir em um não sob a alegação de que não dinheiro e que a folha de pessoal já estaria na casa dos seis milhões de reais.
E a progressão de cargos, segue à espera da boa vontade do prefeito Zé Domingos, que não demonstra nenhum interesse em avançar nesse quesito.



















































Sob promessa de um processo de requalificação viária das ruas e avenidas da cidade, após 17 meses de gestão, em frente a uma creche no Bairro Ponte de Ferro, perdura um retrato fiel do que tem sido o período 2.025/2.026.


