Imagem: Reprodução/Sede da Câmara dos Vereadores de Rosário Oeste-MT
Explodem nos municípios brasileiros os casos de desmandos administrativos perpetrados pelos mais diversos presidentes de Câmaras Municipais. Nos noticiários figuram, em Goiás, conforme o G1, “o presidente da Câmara Municipal de Rio Verde, Idelson Mendes (PRD), foi preso preventivamente suspeito de envolvimento em fraudes”.
Segundo o G1, o problema envolve o nome de um delegado de Polícia. E além dele (o presidente da Câmara), “outros dois funcionários do órgão legislativo também foram presos preventivamente”.
Na esteira do envolvimento de mais um presidente de Câmara Municipal, está o do município de Barra do Bugres, Alexandro Costa Aguiar, o “Alex da Funilaria”, do União Brasil, citado pelo TCE-MT por lesões ao erário nas concessões, indevidas e excessivas de diárias naquele Parlamento.
Em Rosário Oeste, há pelo menos 100 km de Cuiabá, o caso foi parar no Ministério Público, sobre contratos públicos com contratações de serviços de internet, além de um festival de diárias, conforme já divulgado pela mídia.
O caso parece que esfriou (mas só parece), mas, nos bastidores políticos, apenas dois vereadores demonstraram indignação com os fatos ocorridos, Edinaldo (Gigio) Lídio Ferreira Lemes e Selma Anzil da Silva.
Alguns outros parlamentares não demonstram preocupação com os fatos e a suposta base aliada do prefeito parece que “encolheu”. Mas há muitos interessados na sucessão do atual presidente, o polêmico e comentadíssimo, além de conhecido Amilson Cláudio Neponoceno, o Amilson da Distribuidora.
Os casos de má condução administrativa nas Câmaras Municipais mancham a imagem da instituição, essa que representa o povo nas intermediações de respostas e busca por soluções no município.