
Se há um lado que cada um dos vereadores e todos os demais estão no Parlamento para defender, este é o da comunidade de cada bairro.
No Parlamento municipal, as questões de cores partidárias, estas ficaram no período das eleições e nenhum dentre os onze vereadores está ali para fazer defesa do prefeito e nem daqueles que cada um emprega.
Dentro desses parâmetros é que a Câmara dos Vereadores volta às atividades normais com as reuniões ordinárias e, se assim o exigir, as extraordinárias. Em que pese o denominado recesso parlamentar (15/07 a 15/08), os vereadores seguiram trabalhando, cada um e todos desenvolvendo ações voltadas para os seus representados.
Neste dia 12/08, ao invés de 15/08, está prevista a sessão ordinária no Plenário “Vereador José Inácio Guimarães”, em anexo à sede do Parlamento que leva o nome do seringalista e empresário de extração de borracha, “Mário Spinelli”.
Nesta e em outras retomadas, as atividades são retransmitidas pelas redes sociais do Parlamento, cuja assessoria disponibiliza o link minutos antes do início das sessões. O rito dos trabalhos tem início com a leitura de trecho bíblico para que as palavras tragam paz, sabedoria e discernimento aos vereadores nas tomadas de decisões.
Na sequência, é apresentada a ata da sessão anterior e, votada; os trabalhos seguem com a leitura da pauta do dia, cujo conteúdo são as propostas ou projetos de leis, de autoria do Executivo e do Legislativo, se houver. Aí vem as indicações, onde cada vereador sugere melhorias em ruas, bairros, logradouros, tanto na cidade, quanto nas comunidades rurais.
PAUTAS QUENTES:
O Poder Executivo, através do prefeito José Domingos Fraga Filho, segue em rota de colisão com alguns parlamentares, em maioria, quanto a insistência do chefe do Executivo em manter privilégios a uns, através de trabalho remoto, enquanto outros “ardem” no sol por salários bem menores.
A atividade remota (home office), por mais que se pretenda dar legalidade ao fato, é mantida com dinheiro público e, independente das prerrogativas do prefeito Zé Domingos, o dinheiro público não pertence a ele e nem a ninguém dos seus preferidos.
De outra parte, o prefeito Zé Domingos tem confidenciado a alguns interlocutores que “vai consertar” Nobres, onde tudo está errado. Bem, isso começa com taxação no lixo e uma verdadeira “guerra” contra aqueles que desejam construir novas edificações.
Em Nobres, o termo passeio público é uma fábula e só não é maior que a prosopopeia que define o estatuto das cidades. Tão ou mais pior que isso, são alguns fiscais travestidos de paladinos da ordem que não conseguem ver postes no meio das calçadas, plantações que estão bem no meio de um imaginário passeio público; carros estragados e estacionados em calçadas.
Se isso não é suficiente, acreditemos nas argumentações que são divulgadas e que dão conta que o prefeito Zé Domingos fugiria do contato com três ou menos vereadores, evitando assim, supostos pedidos estranhos ao convencional nas relações entre os poderes.
É esse o cenário que se desenha para este semestre. Se Nobres está ou vai estar na “oficina” de reparos do seu Zé, espera-se do prefeito atual que ele tenha um “ás” na manga para salvar o segundo semestre da sua gestão.
Pela experiência política que tem, a partir de agosto será o tempo exato para que se disponha desse “ás” na manga. Deus salve o rei e que Nobres sobreviva às experiências mágicas de um nobre rei e uma equipe de secretários que estão na linha de frente da batalha, sem o usufruto do trabalho remoto.
Importante destacar, o vereador Flávio Rondon é quem preside a Mesa Diretora da Casa Legislativa e no primeiro semestre de 2.025, teve uma atuação impecável ao manter o equilíbrio das forças e a atender os interesses das correntes partidárias diversas.





















































