
De acordo com informação divulgada pela imprensa recentemente, consta que o presidente da Câmara dos Vereadores, Flávio Rondon, tem avalição e é a de que o semestre de 2025, uma espécie de primeiro tempo do jogo, foi de muito trabalho realizado e grandes avanços para Nobres. Destaca-se que foram seis meses de dedicação à população, com ações que reforçam o compromisso do Parlamento com a transparência, a participação cidadã e o desenvolvimento do município.
Ainda, segundo avaliações internas na Câmara Municipal, as sessões foram produtivas, com debates construtivos e votação de projetos importantes para a cidade. Ao todo, foram 63 indicações apresentadas pelos vereadores, além de 52 projetos do executivo aprovados e 14 projetos do legislativo. Números que refletiriam as demandas trazidas pela população nas mais diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, cultura, esporte, segurança e assistência social.
Conforme o líder da Mesa Diretora, “temos feito um esforço constante para aproximar ainda mais o Legislativo da comunidade”. Conforme Flávio Rondon, “recebemos cidadãos, ouvimos lideranças, participamos de reuniões e buscamos estar presentes nos bairros e eventos públicos”.
Mas, o semestre pode ter uma sessão das mais movimentadas nesta terça-feira (15/07), a última antes do recesso parlamentar que vai de 16/07 a 15/.08.
O momento político em Nobres define-se como sendo inédito, onde os vereadores e o Parlamento estão cada vez mais próximos dos seus representados. Seria como um contrassenso, onde a lógica é subvertida e os vereadores auferem prestígio e popularidade e o chefe do Executivo se apresenta desgastado.
Com uma oposição criada e rotulada pelo próprio prefeito Zé Domingos (União Brasil), justamente essa oposição que anda pela mão da popularidade. Na contramão dos fatos, o prefeito vai se estabelecendo na impopularidade e no desgaste e foge do povo ao sumir dos locais onde era visto em campanha.
Nesse embate, o Parlamento fecha o semestre com nota positiva enquanto o Executivo destoa pela primeira vez nas quase seis décadas. Ao menos no primeiro semestre.




















































