
Os vereadores de Nobres nunca estiveram tão presentes, tão participativos e tão atuantes na linha de frente em favor do povo do município de Nobres. É possível destacar que nos últimos 59 anos de história do município, nunca os parlamentares estiveram num nível de participação acima do Executivo.
Entendam como quiser a informação, seja como narrativa, seja como notícia ou o que for, mas em 2.025, desde que começou a administração do prefeito José Domingos Fraga Filho (União Brasil), os vereadores assumiram um protagonismo que, em princípio, pertenceria ao prefeito.
O redesenho do mapa político estadual a partir de 2.026, exigirá do prefeito Zé Domingos muita habilidade política sob risco de colocar a pique o navio do União Brasil e todas as mexidas e remexidas previstas para o novo cenário político estadual que se desenhará na política estadual.
O experiente ex-vereador por Sorriso, ex-prefeito de Sorriso, onde pavimentou caminho para a política regional, tornando-se deputado estadual e uma espécie de liderança política regional. Mas isso ocorreu até o deputado estadual se envolver com outras “cobras”, malcriadas nesse criadouro que é, que foi e tem sido a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Em Nobres, onde aceitou convite para um retorno triunfal à disputa eleitoral em 2.024, rebuscado pelo então prefeito Leocir Hanel, por pouco e por algumas manobras nada ortodoxas não perde para uma mulher sem tanta bagagem política e nem administrativa. Não perguntem se o ex-prefeito Leocir Hanel se arrependeu, até porque, é tarde para isso.
É nesse estágio que se encontra o lendário Zé Domingos que, se não tiver um ás na manga, terá frustrada a sua intenção de deixar um legado aos mato-grossenses após uma péssima performance política que culminou com a ridícula imagem que povoa a rede mundial de computadores, onde o atual prefeito aparece como um eterno vilão.
VERADORES
De volta aos atuais vereadores de Nobres, todos estão na condição de protagonistas de um momento ímpar na história política de Nobres e, independente das possibilidades de troca de favores políticos, quem quiser seguir protagonizando terá que colocar o governante no seu devido lugar. E qual seria esse lugar? Administrar para o povo, com o povo e zelando pelo patrimônio público e pelo funcionalismo público raiz, aqueles que são concursados e que estão aqui, comendo poeira há décadas.
Só aí, temos uma correção necessária já que o prefeito valorizou amigos de outrora em Sorriso e os servidores efetivos mereciam mais que isso. Não que todos tenham que ganhar R$ 17.000,00 + verba indenizatória.
O IPTU é abusivo, baseado em imagens de drones de anos atrás. Pago o IPTU, esse imposto cobrado não é devolvido com prestação de serviços de qualidade. A ruas de Nobres estão emporcalhadas, sinal que o imposto pago não está tendo retorno.
E como teria dito um vereador, recentemente, sobre as “jabuticabas” plantadas em Nobres. Na verdade, seria a velha prática da política do “pé-de-pequi”, sem muito esforço, onde o fruto é encontrado à frondosa sombra de um pequizeiro. Traduzindo: o empreguismo home office.
Imposto mal devolvido está representado por aquelas imagens absurdas apresentadas ali, na esquina da Rua Tomé de Campos com JK, com águas pútridas, bocas de lobo arreganhadas e lixo espalhados ali ao lado do antigo Catarino Bar.
A habilidade em intimar contribuintes e comerciantes é uma realidade da atual administração sob promessa de colocar Nobres nos trilhos quando o próprio governo está se descarrilando.
O PREFEITO
Zé Domingos precisará muito mais de que um ás na manga para se reerguer no segundo semestre. E uma saída será a nomeação de uma interlocução junto ao Parlamento, evitando essa conexão fria e insensata, de apenas protocolar as decisões do governo no Parlamento e deixar acontecer.
Mas, com boa argumentação e alinhamento preciso sobre o que vai querer o gestor daqui em diante.
Testar a precisão da visão do seu interlocutor com spray de pimenta, é péssima decisão. Oferecer cargo ao vereador através de uma interlocução frágil, quanta inabilidade?
Sem interlocução, sem aproximação. Sem saber perder para ganhar lá na frente, nada de aproximação. Sem dialogar e ter que ouvir (e entender!) que cada vereador representa as aspirações de todo um povo, os riscos serão os mesmos.
Nesse campo, cada lance é interessante, cada observação, melhor ainda. Evitar-se-ia o risco de um xeque-mate, vendo o mundo desabar com “rei, bispo e cavalo”, deixando imóveis o rei e a dama.
Troque de conselheiros, prefeito, antes que o xeque-mate jogue os seus propósitos regenerativos ao chão.




















































