
Essa de querer mostrar serviço e sair notificando uma gente mais simples, que trabalha e paga os seus impostos, é bem ao contrário do que acontece bem ali, na área central da cidade, entre a av. Marechal Rondon e a Rua Niva Matos de Oliveira.
O prédio público alugado e bem cuidado, onde está a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (pasmem!), à av. Marechal Rondon, tem ao fundo uma floresta, criadouro de mosquitos, ratos, cobras, lagartos e o risco de uma onça sair dali. A mini floresta está à Rua Niva Matos de Oliveira, circundada de imóveis residenciais e ponto de passagem obrigatória de estudantes e trabalhadores.
E o “ministro” do Meio Ambiente, o fiscal “number one”, preocupado com outras questões, cuidar das calçadas inexistentes em Nobres. Onde há calçadas, sempre haverá um imóvel invadindo a calçada. Onde houver uma calçada, sempre haverá um poste no meio do caminho.
Já dizia Carlos Drummond de Andrade, “no meio do caminho tinha uma pedra”, aliás, são tantas as pedras no caminho dos pagadores de impostos. Mas, ninguém notifica os proprietários daquele matagal à Rua Niva Matos.
Em outro exemplo que conjumina com Drummond de Andrade, são aquelas duas pedras gigantes que enfeitam a Rua Sergipe, ali bem próxima do cruzamento com a Av. Mário Abraão Nassarden, no bairro Ponte de Ferro. Neste caso, seria cortar na própria carne e notificar a administração municipal para que ela conclua os trabalhos ali.
Cobrar dos outros é bom, mas ser cobrado é chato. Não é mesmo? Alguém para dizer se nos próximos 45 meses os postes serão retirados das calçadas?
Paremos com essas minúcias de notificações esdrúxulas só para dizer que está trabalhando.




















































