(Imagens – redes sociais/whatsapp).
O pau cantou na noite de 14/11, na Câmara Municipal de Rosário Oeste (120 km de Cuiabá, sentido Médio Norte), quefoi palco de mais uma demonstração do baixo nível que impera na política local. Por conta de uma Nota de Repúdio lida na sessão ordinária do Parlamento municipal em que o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rosário Oeste, através do seu comando, expôs alegados ataques e desprestígio aos Agentes de Endemias por parte do líder do governo naquela Casa, vereador João Arruda, o Tito da Forquilha. A esposa do vereador Tito e o próprio parlamentar não gostaram e a partir de então o clima ficou tenso.
O vereador Tito da Forquilha é considerado uma figura política controversa e a assiduidade com que ocupa as redes sociais, notadamente o whatsapp, o expôe enquanto figura pública. Sem tanta polidez e sem diplomacia, o parlamentar gravita entre a sede do governo como líder e até no noticiário policial por seus ataques; ora por desconhecimento, ora por legislar sem causa e às vezes, ou na maioria delas, por “gostar” de frequentar e se expor à “barracos”.
Desta vez, encontrou osso duro de roer com a filha de uma antiga líder rural, já falecida (Verônica Anzil), a ex-vereadora Selma Anzil encarou a esposa do vereador Tito e sopapos e agressões foram parar nas redes sociais.
Líder do Governo na Câmara de Vereadores, o vereador Tito tem patrocinado cenários vexatórios com seus ataques ao atual secretário de Obras, Miguelito Pereira, cuja esposa é vereadora. E o município de Rosário Oeste acumula situações escabrosas e aquém do “estado mínimo”, onde nem o be-a-bá administrativo é cumprido. O Tribunal de Contas de Mato Grosso acusa apropriação indébita de valores da folha salarial que deveriam ser repassados ao caixa do RPPS de Rosário Oeste e nenhum órgão fiscalizador não demonstra interesse em fazer valer a lei.
E no Parlamento, a toada é sempre a mesma, onde os vereadores trocaram de lado e fiscalizam o povo ao invés do gestor público. Não por acaso, nas filmagens, é comum ver o vereador Amilson da Distribuidora filmando (com celular) as cenas deploráveis na Casa que o próprio edil representa.
E a política segue no seu lugar comum, de Brasília à periferia deste gigante adormecido, com o Legislativo olhando para o próprio umbigo; fazendo resgatar uma velha máxima na política: “onde a farinha é pouca… meu pirão primeiro”.
Nada como cenas de um velho faroeste para resgatar aquela outra máxima que acentua que em Mato Grosso a Lei do 44 é a que foi promulgada.




















































