
Um questionamento que tem sido recorrente nos meios onde os burburinhos são mais frequentes na cidade de Rosário Oeste: “aonde Rosário Oeste vai parar?”. Depois da apontada falência do sistema educacional municipal, divulgado em rede nacional e mundial pela via da rede de computadores através da TV Centro América, com a visita da repórter de rede Eunice Ramos que foi ao Distrito do Marzagão checar “in loco” a situação do transporte escolar; pensaram que a solução tinha chegado?
Depois disso, só a Câmara de Vereadores, aliás, os vereadores, é que estão despreocupados, mesmo que o caos se abata sobre o município; e isso já está ocorrendo sem que nenhuma providência seja tomada. Poeira Zero no bairro Aeroporto, isso não passou de mais uma piada, de muito mau gosto espalhada por aí, por lá; aqui e acolá.
Mas nada é tão ruim que não possa piorar. O Tribunal de Contas apresenta dados, considerados como sendo de “Gestão Fiscal-Financeira Gravíssima”, conforme o apontamento que cita: “Deixou de pagar ao RPPS as Contribuições Previdenciárias Patronais no valor de R$ 215.371,69”. Isso, relativo aos meses de fevereiro, março e dezembro do exercício de 2.022.
Ou seja, o apontamento diz que os valores são descontados dos segurados, mas não são repassados “à instituição devida”, violando regras da Constituição Federal. E aí vem a pergunta: “e onde estariam aqueles que são eleitos para defender o povo?”.
E os vereadores, segundo a linguagem popular: “nem tchum!”. É quando o gestor público deixa de colocar as Contas Públicas à disposição dos cidadãos na Câmara Municipal. Ocioso relatar as questões de uma citada bagunça generalizada no Orçamento Público, conforme documentos no TCE-MT.
Acordos dos parcelamentos para recomposição do RPPS (Previdência de quem trabalha) não cumpridos. Que fim terá o município de Rosário Oeste em dezembro de 2.024?
No que se refere ao papel de gestor público, o prefeito Alex Berto tem essas irregularidades apresentadas pelo TCE-MT, cuja análise seria feita em sessão de hoje, às 14:30 horas. Porém, o processo foi retirado da pauta de julgamento. O que estaria para ser consertado?
No campo pessoal, Alex Steves Berto terá descontado em sua remuneração ao menos 30% para cobrir despesas de uma dívida de R$ 178.185,02, por cobrança extrajudicial em que o citado cidadão perdeu em primeira instância. Dívida contraída com uma empresa de comércio de grãos.
Tem algum vereador que sabe disso? Terá sido milho de pipoca? Dos 11, ao menos um vereador sabe de tudo isso, sabe como ocorreu a transação comercial e a justiça está sendo feita.
Voltando ao calvário dos servidores públicos municipais, o RPPS corre o risco de colapsar se providências não forem tomadas. Em outras palavras, morre-se de tanto trabalhar, mas na hora da aposentadoria, o fundo estaria sem fundo.




















































