
Apenas a primeira chuva e os velhos problemas estruturais de Rosário Oeste estão novos, de novo, novamente e redundantemente iguais, para realçar o nível de incapacidade com que o município convive ano após ano. E um velho filme que volta às telas, como exemplo, ônibus escolar atolado na Forquilha, o famoso piscinão do bairro Aeroporto, ativado novamente com essas primeiras gotas de chuva que caíram após longa estiagem, muito calor e poeira.
Rosário Oeste é um município que a sua população, ao menos aquele contingente que insiste em ficar na terra, vai sobrevivendo, aos trancos e barrancos, com seus munícipes trabalhando feito formiguinhas para sustentar uma máquina pública onde só se ouve o som das cigarras a cantarolar.
Infelizmente, o povo trabalha, paga os seus impostos e ainda tem que, obrigatoriamente, votar para eleger aqueles que serão os intermediadores entre a comunidade e o prefeito, que pouco ouvido dá aos clamores do povo. Neste caso, caberia a cada vereador levar as demandas do povo ao prefeito, mas, pelo contrário, os vereadores tem as suas próprias necessidades e estas são colocadas em primeiro plano. O povo, se quiser que espere pra quando der.
Sem ninguém para levar os problemas ao prefeito, o resultado disso tudo é o que se vê agora, quando uma pequena chuva caiu no município e os problemas voltaram a aflorar embora mais acentuadamente. E onde estariam os vereadores? Ora, ora, ocupados nas próprias cantorias, ao melhor estilo das cigarras.
Apego excessivo ao próprio nome
Consta, segundo um trabalho do senador Efraim Filho que “A Constituição da República estabelece que no caput do artigo 37 os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência devem ser observados pela administração pública direta e indireta no desempenho de suas funções. Textualmente: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.
Mas não é o que vemos no site institucional da Prefeitura Municipal de Rosário Oeste onde, segundo uma determinação do próprio alcaide, exige-se que todos os títulos das matérias institucionais, além do nome do prefeito, todas tenham o forte interesse em personalizar a imagem do chefe do Executivo, conforme se vê pelas fotos já apresentadas e o que estão disponibilizadas no site, dito institucional, mas com caráter de privativo.
A quem recorrer? O primeiro caminho seria ao Ministério Público Estadual, mas quem o faz, quem o fez?
E assim, Rosário Oeste segue como uma cidade sem lei, sem ordem e tocada ao sabor dos interesses dos que estão no poder.
Temos espaço reservado para que a assessoria municipal possa apresentar a sua versão aqui.




















































