
O município de Rosário Oeste, que em 2.010 tinha 17.679 habitantes, contabilizados pelo censo realizado naquele ano, atualmente conta com 15.453 pessoas, segundo o IBGE no Censo 2.022. Isso representa uma queda de -11,83% em comparação com o Censo de 2010, conforme dados divulgados pela pesquisa em domicílios realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em 2.000, a população de Rosário era estimada em 18.755 habitantes e no ano de 2.010, caiu para 17.682 habitantes para, em 2.010 contar com 15.453 habitantes, sempre em posição decrescente.
Rosário Oeste está atualmente na 47ª colocação no estado e na 154ª colocação na região Centro-Oeste; e na 2.156ª colocação no Brasil. A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Rosário Oeste tem uma densidade demográfica de 2,11 habitantes por km² e uma média de 2,78 moradores por residência.
Em 2.010, a população era de 9.419 homens e 8.263 mulheres, o que em percentuais revela que a diferença era de 53,27% para 46,73% do sexo feminino. A população urbana era de 10.656 para 7.026 dos moradores na área rural.
Há pouco mais de 120 km da capital do Estado, Rosário Oeste não atrai moradores, antes, porém, perde para municípios como Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e a própria capital, Cuiabá.
Sempre emprego, sem uma cidade atrativa, sem gestões capazes de tirar o município do atraso, a perda de população representa retrocesso social, econômico e evasão de receitas públicas, exatamente porque, com menos índice populacional, menor é a captação de dinheiro para a educação, principalmente.
E a atual gestão pública representa o caos, legando a população que resiste em um território que recebe o pior de uma gestão, a deseducação demonstrada no transporte escolar, pelo fechamento de unidade de ensino e pela precariedade do ensino como um todo. Os profissionais da educação são marginalizados pelo reclame do RGA que não chega e o próprio funcionalismo público municipal está sem aumento para fazer face aos índices inflacionários.
Com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em declínio, estes números se somam a uma gestão ineficaz e sem direcionamento, estando refém de vereadores que não fazem outra coisa a não ser a aplicação de um método muito conhecido em determinados municípios brasileiros, que é a “farinha pouca, meu pirão primeiro”.




















































