
Nada de novo em Rosário Oeste, tudo permanece como dantes e aqueles que são eleitos só olham ao próprio umbigo e só pensam em como se dar bem e a população que se dane. Foi o que a população viu na noite de 23 de maio de 2.023, por ocasião da apresentação de duas propostas, daquelas que não dá pra fugir do compromisso.
O primeiro documento lido foi o que tratava do afastamento do vereador João Augusto Arruda, de codinome Tito da Forquilha, por solicitação do ex-vereador Benvino Pereira de Almeida, representado pelo advogado Moacir Ribeiro, por alegada falta de decoro parlamentar.
Além de outras matérias, a mais palpitante e a mais apaixonante daquela noite era a que cogitava o afastamento do prefeito Alex Steves Berto por 180 dias, de modo que nesse período sejam investigados todos os seus atos, inclusos alguns apontamentos apresentados pelo vereador Ademir Figueiredo. Dentre todos, o maior problema vem sendo o total abandono da Educação, fato que vem sendo largamente denunciado, o que prejudica centenas de alunos da rede municipal de ensino.
A evasão escolar registrada no pós-pandemia registra terreno fértil na questão do transporte escolar na região rural, onde os ônibus estão sucateados e as escolas entregues ao sabor do descaso, caso do Marzagão e dos constantes pedidos de socorro que vem da região do Bauxi, sem ônibus e sem estradas.
Nesse universo concentram-se centenas e centenas de pessoas de várias famílias, abandonadas à própria sorte pelos poderes constituídos, tanto que município e estado são alvos de Ação Civil Pública. Mas, na Câmara Municipal do município de Rosário Oeste, nem todos os vereadores comungam com o pensamento da maioria absoluta da população em um cenário em que cada um cuida de si e que Deus cuide todos.
Na berlinda para o afastamento de 180 dias, o prefeito Alex Steves Berto, acabou não sendo o foco principal e quem atravessou à frente de todos os holofotes foi o vereador Tito da Forquilha, alvo de todos os esculachos (possíveis e inimagináveis) dos munícipes presentes na sessão legislativa da noite de 23/05/23.
Tito da Forquilha percebeu que o seu mandato poderia naufragar, abandonou o povo de Rosário Oeste e cuidou de si, votando para tentar minar o pedido de CPI e do afastamento do prefeito Alex Berto, tido como seu desafeto político. Apesar de todas as suas justificativas e o seu muito falar, principalmente nas redes sociais, como oposição a gestão de Alex, o vereador recuou e votou contra o pedido de CPI, colocando o seu mandato em primeiro plano, abandonando todos os seus propósitos diante do seu eleitorado, predominando assim o seu projeto de poder, mesmo que centenas de pessoas continuem sem ônibus, sem estudar e sem estradas.
Tito da Forquilha roubou a cena na sessão ordinária da noite de 23/05, se colocando acima do bem e do mal, sendo atacado duramente por críticas ácidas nas redes sociais, fazendo coro com os seus colegas Amilson, Alexandre Lucena e Marta Conceição de Almeida.
E o que se apresentava como um processo político moralizador (https://www.camararosariooeste.mt.gov.br/Imprensa/Banco-de-Imagens/Intitulados-g7-vereadores-buscam-emendas-parlamentares-junto-aos-deputados-e-senadores-na-capital-de-mato-grosso-16), foi abandonado pela individualidade e pelos interesses menos altaneiros de determinados vereadores.
Em quem acreditar daqui pra frente? A única certeza que se tem é que Rosário Oeste vive o caos e quem deveria defender a população, omite-se por interesse próprio. Até quando?
Veja a justificativa do vereador Tito (áudio) e convença-se ou não:





















































Resultados da insistência em buscar nomes que não tem compromisso com o povo; esse prefeito nem deveria ter entrado e também não deveria estra no legislativo aqueles que praticaram o mesmo tipo de campanha do prefeito. A mensagem mais honesta foi do Vereador Tico: “demos muito corda” (disse em seu discurso). Fiz questão de abordá-lo no final e lembrá-lo dessa fala: realmente vocês deram muita corda; pois eu reprovei esta gestão desde seus primeiros dias. No entanto eu entendo que tal episódio tem a ver com o pleito de que se aproxima; se não tivesse eleições ano que vêm; estariam todos confortáveis. E por fim o povo não percebeu que a tal oposição está de acordo com gastança com pontos de ônibus; ao mesmo tempo que passamos por uma gravidade no transporte escolar! O dinheiro gasto com pontos seria mais proveitoso na manutenção de veículos escolares ou amortização de dívidas com empresas que prestam o serviço! “A faixa da Subsede Rosário Oeste do Sintep/MT; esclarecia muito bem: “RECURSOS MAL APLICADO”; agora eu acrescento: “Pelo legislativo aprovado”!