
O ano de 2.024, tido como longínquo, parece tão perto a partir das pedras que se movem no tabuleiro, onde os Democratas, atual União Brasil, atualmente é o que tem se apresentado como partido com mais equilíbrio numa corrida sucessória que já se desenha.
Tudo indica que os passos dados pelo ex-prefeito de Nobres, Sebastião Gilmar, estão sendo guiados e não se pode mais nem brincar que já se acredita que seja real.
Gilmarzinho da Ecoplan está no União Brasil e ali, a partir da reeleição de Mauro Mendes, a sigla deve ganhar mais musculatura embora a eleição municipal seja um tema mais paroquial.
Em ficando num partido forte, Gilmarzinho terá muito mais chances de escolher um vice de outra sigla com tranqüilidade. A possibilidade de ir ao PSDB é remota para evitar choque de opiniões.
O ingresso de Gilmarzinho no PSB seria pouco interessante, considerando-se que lá há outros nomes com a mesma pretensão.
A permanência do ex-prefeito no União Brasil é vista com bons olhos e com uma boa compreensão, com o caminho aberto para as alterações que se fizerem necessárias. O ex-prefeito tem prestígio político e cacife para escolher que caminho quer seguir, mas o aceno da continuidade no terreno seguro onde está, por mais cedo que se pareça, o deixaria aberto para conversar, dada a sua força política e a sua capacidade de aglutinar.
Ainda seria muito cedo para se traçar um cenário político para 2.024, mas um nome é o mais aventado neste momento e o próprio Sebastião Gilmar não desmente quanto a possibilidade de retornar ao terreno político, onde esteve em 2020, na linha de frente da oposição ao atual governo.
Renegar essa possibilidade, de retorno e quanto ao tamanho de uma pré-candidatura de Gilmarzinho, talvez não seja uma boa percepção de momento e de um cenário que se apresenta claro.
No União Brasil, a aposta é grande quanto a permanência de Gilmarzinho, que terá embates com o PL onde há vestígios de negação a esse nome.
Ser ou não ser candidato? Tudo se encaminha para ser e se for da vontade Divina, o município se reencontrará com um governante que deixou marcas a partir do diálogo, da serenidade e da busca pelo equilíbrio fiscal, buscando permanentemente o saneamento das contas públicas.
O União Brasil, isso em Nobres, exclusivamente, há um projeto de boicote ao partido a partir de uma suposta formação de um PL forte, ainda ancorado no que foi e no que representou o derrotado presidente Jair Bolsonaro.
Há um grupo que não deseja ver o ex-prefeito Gilmarzinho de volta embora não se revele o por quê dessa visão, mesmo que não se saiba se ele virá ou não para a disputa eleitoral.
Mas, a percepção é a de que esse nome seja o de maior força e o mais comentado nos últimos meses. Tudo é uma questão de tempo e de noção de realidade ante a euforia da incógnita.





















































