Em nome da municipalização do Hospital e Maternidade Laura de Vicuña, a administração municipal de Nobres partiu para a marginalização declarada daqueles que exercem as suas atividades laborais no hospital que ainda não é público.
O processo de municipalização, em andamento, tem sido marcado por uma sequência de fatos desastrosos que fogem da normalidade. O pior dos fatos, é condenar cerca de uma centena de cidadãos e cidadãs que atuam profissionalmente na casa de saúde e condená-los à pão e água.
Alguns vereadores saíram em defesa dos profissionais de saúde que nada tem a ver com o processo de municipalização e estão há quase dois meses sem receber enquanto a municipalização ainda está só começando.
A vereadora Zilmai (foto) Ferreira de Jesus (PL), bateu duro no estilo de administrar do prefeito Zé Domingos, habituado a fazer descaso do Parlamento e agora para com aqueles que trabalham no hospital.
Não menos contundente, o vereador Emerson Andrade (Podemos) disse que a máquina está mal gerenciada e com total descaso para com o funcionalismo público municipal, diretamente sob a gestão municipal.
Já em relação ao hospital privado, dr. Emerson Andrade manifestou-se em favor daqueles que trabalham e não estão recebendo. E o pior, pasmem, o prefeito Zé Domingos nunca trocou uma única palavra com o diretor do hospital que será municipalizado.



















































Para a vereadora Eva Valdinéia Pereira (Republicanos), há um desmedido desrespeito para com aqueles que trabalham no Hospital Laura de Vicuña. Ficar sem receber e seguir prestando serviços àqueles que precisam no hospital, é algo positivo diante do descaso da administração municipal.
O vereador Arquimedes Pedrozo (PSB), acredita que o prefeito se elegeu para punir o povo de Nobres, tratando os munícipes com descaso.


