A administração municipal de Nobres segue cumprindo o papel de “tábua de tiro ao alvo”, levando tiros à torto e a direito da oposição, ou do vereador dr. Emerson. Por seguidas e seguidas vezes, o governo tem sido bombardeado pelo parlamentar que por vezes, é corroborado pelos colegas, notadamente pelo vereador Arquimedes Pedrozo (PSB).
– Até quando? Sem capacidade de reação, o governo de Zé Domingos vai entrar pelo terceiro ano como alvo?
Sem Defesa
O governo Zé Domingos se mostra acuado e sem poder para reagir, isso é o que se tem visto através das sessões do Parlamento, onde já não há mais a figura do Líder do Governo e o governo tem estado em modo “stand by”. A gestão Zé Domingos criou despesas que não permitem cuidar da maioria do funcionalismo público municipal. Cuidar não, respeitar a classe que move a máquina na base da pirâmide.
– Nobres está diante de um gestor nômade… não encontrado no oásis em que o município turístico se tornou.
Sem Defesa II
Na sessão ordinária da noite de hoje (14/05), mais curta que coice de cágado, o pau comeu solto sobre a gestão do prefeito Zé Domingos que parece não estar nem aí, já que não fica na cidade na maior parte do tempo da semana. E o pior, sem sintonia com os munícipes e apanhando que nem cachorro de bugre.
– Parece que a sabedoria de Cho Zé não alivia nem um pouco as bordoadas da oposição.
Sem Defesa III
Curiosamente, a Farmácia da Chacrinha não foi lembrada na sessão de hoje e o “dr. Feretti” passou ao largo das bordoadas. Assim sendo, parece que a paz retornou e a saúde do povo vai bem.
– Então tá.
A Ressureição
Ah! A política, como ela é boa e até produz milagres. Senão vejamos, tantos e tantos virtuais candidatos à deputados estaduais que, num passado não muito distante, deixaram péssimas impressões na vida pública e agora tentam ressurgir das cinzas. E o pior é que dessa lista, movidos pelo money, atrairão eleitores para os seus propósitos.
– É a eterna luta da memória contra o esquecimento.
A Ressureição II
Esse amargo regresso, o que acrescentaria para o povo em meio aos mais diversos escândalos na vida pública mato-grossense? O óbvio (ululante!) é que, após anos de ostracismo, tentam retornar ao “céu”, sem ter passado pelo purgatório. A vida pública é um mar de rosas (e de vantagens mil), que faz qualquer um, por mais difícil que seja o caminho da volta, tentar e tentar…
– … vinde a mim, os cansados e oprimidos… que a prebenda vos aguardam.
A Ressureição III
O pior de tudo isso é que o próprio eleitor, que é prejudicado pelo político e pelas canalhices contidas na lei do colarinho branco, é o mesmo que abre as portas para o mau político pisar-lhe o pescoço e criar leis que se irrompem contra a própria economia popular (vide Nobres). O povo é o próprio culpado desse estado de coisas e pela compra da consciência do eleitor.
– Normaaaaaalllll, como diria uma velha e cômica figura de nuestra terra.
Cães e Gatos
Em Nobres, costuma acontecer coisas e fatos assombrosos, mesmo à luz do dia. Uma vereadora apresentou um PL (Projeto de Lei) que foi rejeitado pela Câmara dos Vereadores. Dias depois, o PL retorna com a marca do Executivo. Se fosse na música, seria um caso clássico de plágio e iria parar na justiça.
– Bailam, corujas e pirilampos e lá no fundo azul… cobras e lagartos; cães e gatos.
Cães e Gatos II
Um plágio, em se partindo de alguém que sabe “tudo” de legislação e de gestão… um poço de sabedoria, tal malfeito soaria como um equívoco desagradabilíssimo. Mas, todavia, a humildade nos ensina que sempre há o que aprender, mesmo com aqueles que não tem o dom da sabedoria.
– O PL (leia-se… projeto de lei) é sobre castração de cães e gatos. Se fosse castração de pedófilos… sem plágio.
Cães e Gatos III
Sobre o plágio das gatas e das cadelas, alguém com muita sabedoria nos coloca para análise: “O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.” — Cora Coralina.
– Poderia deixar passar mais alguns dias, só pra não ficar esquisito.
Babado Forte
Tinha lido isso há umas três décadas atrás, de um conhecido e temperamental colunista social que atuava por estas bandas, de grata memória. Era sobre um pessoal lá do alto da serra, um pouco além, que descambavam para Cuiabá para “namorar”. Seriam uns 300 sujeitos que desciam para Cuiabá para “pegar geral”. Dizia aquele escriba que a única diferença seria para “pegar gente do mesmo sexo”.
– Nada contra… nem a favor do que se diz por aí, sobre o “tanchim”.
A Aliança
O símbolo de segurança e credibilidade no casamento, hoje, não passa de mero adorno para cobiça de ladrões. É a aliança de ouro. A bomba é que, segundo algumas fontes, tem um pessoal, de aliança e tudo, com a “rosca” em chamas…queimando gasolina azul. Uiiii…
– Fala sério… esse negócio de assumir é que é complicado. O informante não cita endereço, nem telefone e muito menos digitais ou impressões de nenhum “raiado”.