
Nada de teledramaturgia, nada de encenação teatral, mas trata-se de fato real, com direito a “vale a pena ver de novo”, caso específico da Rua Vereador Pedro Nolasco, bem ao lado de uma escola em tempo integral.
Ali, como ocorreu há décadas atrás, em frente à sede da Agência dos Correios, em plena Av. Mal. Rondon, o vexame ficou por conta de um tapa-buracos com argila, promovido pela então pasta de Obras. Imediatamente, algumas senhoras saíram para varrer aquele vexame em forma de tapa-buraco, fato que entrou para a história de Nobres.
Em mais de uma década, eis que a mesma cena, remodelada, volta ao cenário na cidade de Nobres. Desta vez, com o município ostentando dinheiro e investindo altos valores da receita pública municipal em uma equipe de ecléticos assessores, escolhidos à dedo, para a subgerência municipal.
Remunerações razoáveis para os padrões locais e uma fábula se comparada com aquele período, onde asfalto quente era substituído por argila. Hoje, a argila cedeu lugar para o chamado rejeito, aquela parte realmente “rejeitada” na produção de calcário.
A REALIDADE
Diante dos fatos, um grupo de vereadores foi revisitar o cenário desse “remake” sob nova direção. Ao lado da Escola Estadual “Promotor Maurício Sampaio”, é o set de filmagem desse “vale a pena ver de novo” sob a direção do político profissional, um símbolo da criação do município de Sorriso, cantado em verso e prosa, prefeito José Domingos Fraga Filho.
Com direito a trilha sonora e tudo, “Nuvem de Poeira”, que não é de Fafá de Belém.
De volta a realidade, lá estiveram os vereadores Valdo (Tim Tim) Almeida, Arquimedes Pedrozo, Eva Valdinéia, Zilmai e dr. Emerson para fazer os apontamentos necessários, como convém aos fiscais do povo.
Esse é o cenário que se apresenta ali, ao lado de uma escola. Isso, porque não quiseram ver a Rua Corumbá, que passa em frente à mesma escola. Suja, sem calçadas e com a urgente necessidade de ser remodelada.
Na novela do descaso público, as cenas são realmente dramáticas… que aspire pó de calcário quem não quiser.
Quem quer?





















































