
Era uma vez, a construção da Torre de Babel, onde ninguém falava a mesma língua e os povos originários, os que falavam apenas o “nobreyorquês”, ficou sem entender os planos mágicos e mirabolantes de uma riqueza dilapidada em menos de setes meses de gestão.
Empresários confusos e arrependidos e o que não pensar da população, sempre dependente das próprias crendices sob um certo salvador da pátria e seus novos consectários.
O comemorado, ao menos internamente, programa “Mais Tempo, Mais Saúde”, acaba de sucumbir. A partir desta segunda-feira (14/07), está deletado da planilha de gestão na área da saúde.
Ninguém pede, e nem acredita que o ilusionismo seja permanente, mas a verdade é que a montanha (de dinheiro?) acaba de parir um gato. É a mais cruel das realidades, o município de Nobres, até dezembro de 2.024, aparecia na lista da “Forbes”, pré anunciada, que seria um município rico.
Em menos de sete meses essa riqueza ruiu com os altos salários e um imenso caudal de privilégios a quem aportou por aqui… neste emirado de inebriantes mentiras. Aos aborígenes, vinte e quatro horas de trabalho, e aos grandes e inspiradores chegantes, salários de gente graúda.
E lá se foi o tão propalado programa “Mais Tempo – Mais Saúde”, mas o que deixa a sede do palácio das grandes decisões é que causa incertezas. Seria mentira ou seria verdade, sobre os adiantamentos a uma e em favor de outra? Isso também vazou.
Como vaza a informação de que a partir de amanhã, uma fábula contada entrará para o rol das incertezas e a fortaleza do “Mais tempo, Mais Saúde” ruiu, de verdade.
DESCULPA E INTRANSPARÊNCIA
Toda vez que as repartições públicas tomam decisões intempestivas, cedo ou tarde, acaba caindo em contradição. Lançaram o Programa “Mais Tempo Mais Saúde”, cujas atividades não revelavam vínculo nenhum com o hospital privado. Não demorou muito, a descontinuidade veio sombreada por um decreto até agora incompreensível, até para os mais sapientes, imagine para a população civil.
De pecado em pecado, a emenda acaba pior que o soneto. A cada esclarecimento público a administração municipal acaba escorregando. Desde aquele primeiro esclarecimento em que usaram para descartar e desqualificar o prof. Neko, os subsequentes foram equivocados. Este último, revela mais um escorregão de um governo que chegou para fazer a diferença, mas tudo promove a indiferença, contra os servidores efetivos, contra os que ganham menos e culmina com um descaso para com o povo.
Prefeito, em time que não está ganhando, as mudanças são necessárias e urgentes; antes do pano cair. E de repente, o hospital particular serve como pano de fundo a mais uma fábula.
SOBRE O HOSPITAL
Mas, e daí, o Hospital Laura de Vicuña prestará serviços relativos a atenção básica, de competência municipal? Eis uma boa pergunta.





















































