
No município de Nobres, a administração do prefeito José Domingos Fraga Filho (União Brasil), já passa da hora de fazer correções de rumos. Em pouco mais de seis meses de gestão, a administração municipal de Nobres segue desgastada e sem produzir os resultados que a população do município esperava.
Aumentos razoáveis ao secretariado e a criação de cargos de superintendência, inflacionaram os números de gastos com pessoal, extraindo assim, as possibilidades de investimentos em melhorias estruturais, muito além daquelas que foram encontradas pela gestão anterior, encerrada em dezembro de 2.024.
A desvalorização do funcionalismo público municipal, principalmente os efetivos e o distanciamento salarial entre o menor salário e o alto da pirâmide, onde estão os valorizados secretários municipais que não produziram os resultados esperados.
Não se faz política e nem se administra o município satisfatoriamente, numa inegável demonstração de que não há conexão interna e nem externamente, o chefe de governo não dialoga com o Parlamento e nem demonstra interesse em nomear um canal de interlocução entre os poderes.
Mas o que está ruim pode piorar, é quando o gestor se propõe a persistir no erro e ainda dar início a uma revolução inversa ao que se poderia criar como mecanismo de melhoria. Incentivar a área de tributação a cair matando sobre a população e o empresariado para, destes extrair recursos para bancar uma gestão que poderia fazer algo positivo em prol do município.
Uma das saídas seria a fusão de secretarias e o fim das superintendências, cortando gastos como preparação para dias nem sempre positivos que podem chegar a partir da crise de relacionamento internacional entre Brasil e Estados Unidos, principalmente.
O ano de 2.025, o primeiro do começo das vidas da atual administração, pode ser dado como um caso perdido. O decreto de contenção de gastos, se levado ao pé-da-letra, deveria conter a fusão de secretarias, principalmente.





















































