
O único hospital que temos, com todas as suas dificuldades e problemas e os vícios de um direcionamento duradouro, ainda assim, segue sendo a melhor opção porque é a única de que a população de Nobres dispõe. Que precisa melhorar, isso é óbvio.
De outro lado, a administração municipal através do prefeito José Domingos Fraga Filho, encampou o decreto de municipalização do Hospital Laura de Vicuña, mas segue num chove e não molha que mais parece um lance de uma partida de xadrez. Em resumo, há um clima de retaliação política suspenso no ar e não seria só contra o hospital. Dentro do governo, o funcionalismo público municipal, os efetivos, assistem a chegada de chefetes denominados superintendentes, com salários além da realidade da classe efetiva e há que se aceitar.
Sobre o hospital, um grupo de vereadores foi visitar a unidade para conhecer as demandas existentes e a necessidade que se tem de avançar as negociações, sejam elas de qualquer resposta.
Lá estiveram cinco vereadores, entre os quais Valdo Timtim, Emerson Andrade, Arquimedes Pedroso, Eva Valdineia e Zilmai Ferreira, que dialogaram com o diretor do hospital, Silvério Soares de Moraes, e com a responsável técnica, Marta Cabral.
Entre as demandas apresentadas, falou-se sobre a necessidade de contar com o médico cirurgião dr. José Carlos, para seguir com os procedimentos cirúrgicos e amenizar a realidade da “empurroterapia” para a capital do Estado.
Os indicativos são de que há, reitera-se, um jogo de empurra que nada mais é que um processo de retaliação política suspenso no ar, até hoje.
A verdade é que o Parlamento municipal está ao lado do povo e assim deve permanecer, independente de indicações de empregos ou não. A isso se dá o nome de representatividade política delegada ao parlamentar municipal.
Vamos ver como ficará essa queda de braço entre o atual “dono” do poder absoluto, a representatividade do povo, a direção do hospital e o que é mais importante, a necessidade de um povo todo.





















































