
O Natal comemorado no dia 25 de dezembro, celebra o nascimento de Jesus Cristo, a figura mais importante do Cristianismo. Por esse motivo, para os cristãos, trata-se de uma das principais datas comemorativas, ao lado da Páscoa, em que se celebra a ressurreição de Jesus. Sendo uma festa cristã, é vista universalmente por pessoas dos diversos credos como o dia consagrado à reunião da família, à paz, à fraternidade e à solidariedade entre os homens.
Do latim ‘natális’, derivada do verbo ‘nascor, nascéris, natus sum, nasci’, significa nascer, ser posto no mundo. Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Em inglês, a palavra ‘Christmas’ (Natal) provém das palavras latinas ‘Cristes maesse’, em inglês ‘Christ’s Mass” significa missa de Cristo. De ‘natális’ deriva também ‘natureza’, o somatório das forças ativas em todo o universo.
Esse significado sobre o Natal difere completamente dessa onda consumista, onde a mídia fatura alto para elevar o padrão de gasto de uma população combalida diante da alta de preços e da perda de valor salarial.
Em todos os setores de mídia, a publicidade incentivadora do consumismo eleva a necessidade de gastos, publicizando a comilança e o presente que nada tem a ver com os valores do Natal. Amanhã, no day after do Natal, é hora de contabilizar os prejuízos para uma contabilidade que não fecha, nunca. Ali, perto, um vizinho convoca aqueles que estejam com dívidas em stand bay, para comparecer ao mutirão para pagamento de dívidas atrasadas.
Mas, sem conseguir se refazer dos gastos do Natal, abre-se uma nova perspectiva de publicidade, as comemorações da chegada de um novo ano. Somos o país das ilusões, numa festança desenfreada enquanto não chega o Natal.
Vivemos ilusoriamente, em um clima que nem sempre é familiar durante os dias do ano e longe dessa euforia, onde o poder de compra é ilusório, tanto quanto o é a comilança e a gastança, incentivada pela propaganda.
Situação que passa ao largo daqueles que levam a vida às custas de um tal colarinho branco, que não é um pecado e sim, exerce a atração de uma multidão que aplaude essa nova versão “robinwoodiana”, de tirar dos pobres e gastar entre os ricos.
É o Brasil, o país das maravilhas, onde é proibido gritar “pega ladrão”, dependendo do ambiente.
Com informações da Canção Nova





















































