
O que se intitula jornalista, dono do “melhor” site de Nobres, Marcos Lopes, conhecido pela alcunha de Batoré, tem sido pródigo em criar nomes e fantasias para alimentar o próprio ego. Uma dessas fantasias é a denominada ASSIN (Associação de Imprensa Nobrense), rótulo que ele usou para se passar por vítima quando foi convidado a se retirar de um ato político da atual candidata Simone Mendes, realizado no ambiente até então denominado de Arena, à av. “Prefeito Mário Abraão Nassarden”.
A vontade de se mostrar, até mais que a autoridade política, faz com que o jornalista atravesse, costumeiramente, à frente das câmeras. Seja aqui ou em Rosário Oeste. Essa prática se acentuou desde quando ganhou de presente um colete para trabalhar e faz questão de exibir a logo da empresa. Todavia, é importante lembrar que o colete é lavável e precisa ser higienizado, sempre.
Invocou uma entidade que existe meramente no papel para se insurgir contra o evento de uma adversária sua, considerando-se que é patrocinado por uma outra corrente político partidária. Convidado a se retirar, usou o nome fictício da entidade para se apresentar como vítima de um lado que ele nomeou como adversário. A tal associação de imprensa é mais uma fantasia dentre outras que costuma criar, como exemplo o tal consórcio de empresas que criou para realizar debate entre os candidatos majoritários em Nobres.
Pensando em atingir, sabe-se lá, quem, bem ao estilo humorista que detém, Marcos Lopes publicou áudio apresentando as preferências políticas que os colegas supostamente tem. Ou seja, fez antecipar o 06 de outubro e votou, antecipadamente, pelos colegas. Esse é mais um gracejo dessa personalidade e seu mundo de faz-de-conta para o qual ele tem a pretensão (mas só a pretensão!) de arrastar aqueles menos precavidos.

Em seus devaneios (bem próprios), além das empresas que cria, tais como KM (Kauana Micaele) Notícias, Correio Nobrense, Rosário Notícias, Pilão de Notícias, entre outros blogs, Marcos Lopes quer cadastrar esses blog’s todos e receber por eles. Mentiu a si ao anunciar que venderia sociedade ao seu patrão e candidato Neilton pela bagatela de R$ 50.000,00.
Contra a adversária, onde não teve a oportunidade de buscar negociar elogios pagos, inventou um tal espectro de esquerda, extraído do seu imaginário. É o seu estilo, adquirido através de uma trajetória com ex patrões que ele (ML) considera como ídolos, pela habilidade nas velhas práticas da ameaça com matérias.

Esse é o mesmo Marcos Lopes (foto, com recortes) que alardeia ter para receber, por supostos danos morais, a quantia de R$ 30.000,00 do vereador Tito, de Rosário Oeste.
A necessidade de se mostrar como grande profissional da imprensa, faz com que M. Lopes ocupe lugar na lanchonete de um grande supermercado local com um notebook sobre a mesa, fazendo suas anotações. É o elemento que persegue os colegas que tenham publicidade de determinado cliente, onde ele passa em seguida, cobrando por que faz com aquele e não faz com ele.
Certa vez, atacou duramente o gerente de uma loja que fazia publicidade com o colega. Esse é o renomado jornalista que assedia vereador por matéria paga, sendo que já recebe verba de zelo para assessorar com matérias, todos os demais vereadores. Não é por acaso que o vereador José Dias Filho se estressou com essa “pedição” de dinheiro. É o valor, a paga que se dá por um elogio, como ocorre com um certo nosocômio, onde cobra por elogios e por camuflar a realidade.
Marcos Lopes tem tentado, sem sucesso, retornar ao serviço público, mas ficou aquela nódoa (e que nódoa!) que causou a sua demissão de uma gestão pública por terem divulgado para muitos algumas fotos comprometedoras, em que ele aparece como veio ao mundo.
Agora, por exemplo, o renomado jornalista se divide entre dois lados: aquele lado do que o levou a uma excursão em Brasília e à soldo da administração municipal. Mas não está contente e ameaça publicar matéria sobre um certo candidato e seu passado como don Juan. Se fará, não se sabe. Por enquanto, tenta se aproximar, sem sucesso, do candidato.
O ilustre jornalista orgulha-se de ter aprendido com grandes profissionais, daqueles que ficam a espreita do político e ao menor escorregão, está dado o bote, fatal, sobre os bolsos do errante político.
E ainda é arrogante ao assinalar que a entrevista com os candidatos, não é obrigatória a ninguém e assiste quem quiser. Da mesma forma, é importante lembrar ao destacado homem da imprensa que o voto é livre e o eleitor escolhe e define em quem votar.





















































