
Fogo no Parquinho
Bicho pegando por estas bandas. Parece que, com a virada do tempo, virou também a posição da Imprensa em relação aos fatos. Como diz aquela música: “um lobo correndo em círculos, pra alimentar a matilha…”, é claro, é bicho feroz. Ainda vai se ouvir falar (e muito!) sobre esses sinais de fumaça que se espalham pelo ar. Sem combu$tível, como fazer andar o automóvel?
– Andar, eu andei…
Parlamento em Guerra?
Há promessa no ar de que o bicho vá pegar a partir dos prenúncios de ataques de um vereador contra outro. A conversa que vem do linguajar do populacho indica que “quem tem telhado de vidro não deve usar estilingue”. Pedras sobre o telhado velho indica vulnerabilidade. Tudo isso está voltado àquelas “briguinhas” de colegiais a hora do recreio. Parece que o espírito narcisista anda rondando o Parlamento e alguns ilustres ‘empaletoados’ estão procurando um bode expiatório à falta de projetos e não de indicações.
– Mais tarde, vai se ver que tudo não passa de mais um caso de ejaculação precoce.
Em Campanha
Alguns vereadores já estão em campanha e começam a dar xiliques buscando descarregar a ineficácia sobre a Imprensa. Quatro anos praticamente, vivendo só de indicações e sem nenhum projeto de lei que possa melhorar a vida dos munícipes, agora começam a “redescobrir” o Brasil e descarregam sobre a imprensa a ineficácia parlamentar.
– Esse filme é repetido.
Em Campanha II
A primeira audiência pública realizada para colher subsídios à formalização do Plano Diretor de Nobres, realizada no átrio do Fórum da Comarca local, nenhum ou quase nenhum vereador esteve presente. Aliás, registrou-se a presença do vereador André Avelino Bezerra. Enquanto isso, foram vistos dois vereadores bebericando a menos de 300 mts do local onde era realizada a audiência pública. Com razão? Não dá pra misturar lazer com trabalho sério.
– Beber e cobrar depois, da Imprensa, é claro.
Em Campanha III
Convocada audiência pública para discutir o caos que representa o pó de calcário na vida das pessoas, um vereador, narcisista por sinal, sentiu a indefectível ausência da imprensa para fazer repercutir o seu esfregar de mãos em prol do povo. Entre uma audiência pública e outra, qual a diferença? As primeiras projeções para o Plano Diretor e a convocação da autoridade do Judiciário para discutir o pó de calcário. O vereador colocou a ausência da imprensa no centro dos debates.
– E o esfregar de mãos, seria insegurança argumentativa?
Meio Ambiente
Ainda não vi nenhum vereador portando um vidro (limpo, obviamente!) para coletar água em diversos pontos dos Rios Nobres e Serragem e levar para análise sobre volume de coliformes fecais. O rio está poluído e o poder natural de regeneração tem limite, contudo, em determinados casos, há incidência de conexão de esgoto à rede de galerias de águas pluviais.
– E daí?
Bebedeira
Cada um tem livre arbítrio, mas, investido em cargo de representatividade pública, o indivíduo tem algumas obrigações e uma delas é a de evitar, ao máximo, a exposição da sua figura de modo a atrapalhar a sua atividade. Há registros de casos em que já é possível uma ação por falta de decoro parlamentar e o fato só não ocorreu por conta da falta de interesse de determinadas pessoas em se meter numa confusão.
– Eu bebo sim… estou vivendo; tem gente que não bebe e está morrendo.





















































