
Sede da Funcultur recuperada. Pode acreditar
Quem se “infiltrar” pelas ruas da cidade de Rosário Oeste, vai ter a oportunidade de aventurar-se por uma cidade com todos os sinais de terra arrasada. O cataclisma que se abateu sobre Rosário Oeste tem até a alcunha de “Parque dos Dinossauros”, onde os sinais estão por todos os lados, em uma cidade “pisoteada” por gigantesca ausência de investimento naquilo que é necessário, a infraestrutura urbana.
Rosário Oeste é a cidade do “já foi”, “já teve um dia” e pra culminar com o extremo bom gosto, nada como réplicas de dinossauros para todos admirarem a era jurássica de como se faz gestão pública com a incompetência em tamanho gigante.
As ruas aos bagaços, crateras abertas, casas antigas em decomposição, êxodo populacional e o deprimente espetáculo de um gestor querendo agarrar-se ao passado como fuga do presente. A Câmara de Vereadores atua como coadjuvante desse modelo de gestão, onde os “dinossauros” da política se atracam entre si, aos tapas por conta de fofocas sobre “quem já deu pra quem”. Enfim, a maioria absoluta acredita que Rosário Oeste já deu o que tinha que dar e que seria a hora de uma “revolução” na forma de pensar e de agir, como a um tratado de rompimento com o passado que teima em estar presente até mesmo na proposta de enaltecer o que há de melhor no final de cada ano, o renascimento da esperança através de Jesus Cristo.
O apego ao passado é tão jurássico quanto ver as ruas e o velho casario de Rosário Oeste definhando. Estradas rurais aos cacos, transporte escolar de péssima qualidade e o TCE-MT, apontando que os valores coletados da folha de pagamento não vão para a conta do sistema previdenciário.
Realmente, Rosário Oeste não precisava regredir tanto, quando já estava parada no tempo e isso já se admite, estava de bom tamanho.























































