Embora não se tenha invocado um velho dito popular, a verdade é que no município de Nobres teria enterrada uma “cabeça de burro”, citação sempre lembrada quando a incompetência dá lugar ao folclore ou a qualquer irrealidade que foge a demonstração de qualidade na prestação de serviços ao município.
A sessão da noite de 14/09, foi pontuada por citações quanto as obras que não encontram solução de continuidade no município de Nobres. Entre 2.013 a 2.016, na gestão do prefeito Sebastião Gilmar, a obra de algo em torno de R$ 7.000.000,00, de drenagem e pavimentação da Getúlio Vargas e Marechal Rondon representou um drama infindável e muitos pedidos de reajuste na obra, os chamados termos aditivos.
O município de Nobres, infelizmente, vem sendo “vítima” (e refém) de determinadas empresas empreiteiras que atiram a responsabilidade contra o próprio município e o seu povo sob alegada ausência de mão de obra para iniciar e tocar a obra. É lamentável que ao vencer o certame, a avaliação para a obra passe a depender de situações extraordinárias e fenomenais, contrárias ao que contém as exigências contratuais.
A Câmara Municipal de Nobres (foto) não está omissa e os vereadores tem colocado a situação na berlinda, mas, infelizmente, ao participar da licitação e superar esses procedimentos, os problemas começam a surgir, com demandas que fogem aos interesses do contratante, porém, afetam consideravelmente a vida dos munícipes.
É lamentável que as obras custeadas com dinheiro público e que dependa do contratado, passe a ser alvo de uma situação que beira ao absurdo e seja qualificada como algo do folclore ou do imaginário popular, a velha “cabeça de burro” enterrada, em cuja lápide bem que poderia constar: “Aqui jaz a competência”. Ou seria incompetência?
Mas, esse personagem lendário (a cabeça de burro) ainda está presente onde quer que se queira empurrar algo com a barriga.





















































