
A situação política, social e econômica do município de Rosário Oeste ao completar 162 anos de história, malgrado o momento que esta terra de próceres vive, é de sucumbência ante um desgoverno que joga todas as esperanças do povo para as profundezas de um mar de desilusões e desesperanças.
No aniversário do município, neste dia 25 de junho, a terra de Inácio Manoel Tourino e sua esposa Maria Francisca Tourino, de Lígia Borges de Figueiredo, de Oscar Ribeiro, de Milton Borges de Figueiredo, de Benedito Feik Joaquim, de Pedro Taques, de Oscarino Ourives, entre outros, comemorar só as lembranças do passado já que no presente Rosário Oeste está mergulhado numa crise moral e administrativa sem precedentes.
A crise estabelecida na educação do município atinge níveis de profundidade que ultrapassa o baixo grau do descaso e da ausência do senso comum, com a rede escolar sendo notícia em rede nacional, com o transporte sendo praticado com verdadeiras “jardineiras” dos idos anos de 1940, por aí. Longe das manivelas, mas sujeitando-se pais de famílias e alunos aos trancos e barrancos para que o trambolho seja acionado para entrar em funcionamento.
Bancos estragados, vidros quebrados, estradas esburacadas e empoeiradas, isto na zona rural de Marzagão, no Bauxi e região. Educandário fechado na zona urbana, crianças sofrendo todas as consequências de uma má gestão e professores desprestigiados e marginalizados.
Cento e sessenta e duas promessas de acabar com a poeira e cento e sessenta e duas mentiras pregadas aos munícipes e nada acontece ante uma gestão desmoralizada perante os munícipes e à beira de um mergulho sem volta para as profundezas da incompetência.
E aquele que seria o porto seguro aos cidadãos de um município que chega aos 162 anos de história, em verdade é um ponto obscuro no oceano das irrealidades representadas pelos vereadores que mudam de lado, ao sabor do vento e dos interesses comezinhos. O que classificava o prefeito de “ditador”, mudou de lado e hoje se agarra a um tipo de “bóia”, que permite a permanência do naufrago pelo menos até as próximas eleições.
Essa fusão, de água e óleo, contamina o poder e atinge a “praia” dos cidadãos de bem, tornando essa “oceânica” imperfeição um risco para um município afundado no lodaçal da falta de confiança popular, porém, com evidências e senão uma pose de milhardários líderes, que ‘adquirem’ parceiros para uma empreitada desigual, onde o povo perece e o que há de melhor nestes dias de uma “festa macabra” parece só permitir o respiro de bons ares aos que se amasiaram com o poder, deixando o povo a ver navios.
Entretanto, estaria em curso um processo de implosão causado por essa amálgama entre interesses menores e um povo todo insatisfeito com esse cenário que pode levar ao caos total, financeiro e administrativo. Após a operação pão e circo, a vida voltará ao seu lugar comum.





















































