
No Escurinho do Cinema
As cartas e as coordenadas geográficas são determinantes para o estabelecimento de limites territoriais entre municípios e estados. No caso específico de Nobres, desde a gestão do então prefeito Flávio Dalmolin, através da antiga Seplan-MT, ficou convencionado que a propriedade do seo Arlindo e há uns 100 metros adiante seria o limite entre Nobres e o município de Santa Rita do Trivelato. Ocorre que, não mais que de repente, surgiu uma placa delimitadora que estaria fora do que determinou a Seplan.
– Óia só!, o jeitinho brasileiro para abiscoitar metros adentro do que foi convencionado pela Seplan.
No Escurinho do Cinema II
Além das terras do falecido seo Arlindo, 100 metros adiante, é o que determinaria as coordenadas da Seplan. Eis que a placa, surgida recentemente, engoliria os 100 metros. Isso, trocado em miúdos, representaria aumento de receita pra lá e menos pra cá. Mas os nossos fiscais estão atentos e foram à luta, fazendo valer o que está na demarcação territorial através da carta geográfica.
– Olé… olé… olé! Sem chapéu…
No Escurinho do Cinema III
Assim como Pedro e Bino, a nossa dupla sertaneja “Sete Placas e Trivelato” conhece cada palmo daquele chão e nem vem que não tem… tentar “dar uma volta” na nossa área. Assim sendo: “aqueles que são favoráveis, que permaneçam como estão…”. E assim se sucedeu, a área não foi engolida pelo vizinho e não será.
– Que quarteto fantástico!
Fábula
Estão inventando que se não parar a pescaria, os peixes vão acabar. Essa é mais uma fábula contada pelos políticos que estão cedendo aos “lobby’s” dos piscicultores sob a miraculosa e fantasiosa falácia de que os peixes vão acabar. Desde aquela fábula da indústria de óleo de babaçu, da roubalheira que faliu o Bemat, essa dos peixes acabarem é a maior mentira já contada em Mato Grosso.
– Tem gente que irá se beneficiar com essa mentira.
Fábula II
O Governo do Estado controla uma máquina de mídia publicitária avassaladora, capaz de engolir qualquer posição contrária. A Rodovia dos Imigrantes, que liga Várzea Grande ao Coxipó, em Cuiabá, onde tem ocorrido centenas de acidentes com vítimas fatais, o governo do Estado não consegue duplicar, mas abocanhou a duplicação da rodovia federal BR-163, até Sorriso, em mãos da Rota do Oeste.
– Paralelos de uma gestão que pode tudo e não pode nada.
Fábula III
Andou circulando boatos de que havia um enorme interesse em Chapada dos Guimarães. Será por que haveria ouro naquela região? Agora, a nova fábula é a extinção dos peixes no rio Cuiabá. Entre a extinção dos peixes e a verdade real haveria mais coisas que a nossa vã filosofia possa compreender. Depois das PCH’s, o “milagre” da extinção dos peixes é a nova falácia que toma conta dos bastidores do poder.
– E fod…m-se os pescadores. A reeleição de Mauro Mendes já começa a se revelar negativa.
Rosário Oeste/Travessia
Cada travessia elevada construída na cidade de Rosário Oeste daria para construir uma casa popular. Mas o pior não está nos preços e sim no alegado esquemão que pode haver, segundo está sendo levantado. A travessia do mar azul e não do Mar Vermelho, quase um conto de fadas, tamanho é o aludido patrocínio com dinheiro público. O conjunto da obra é que desperta os olhares perscrutadores. É quase uma orquestra, bastante afinada, a coisa por lá.
– Um empreendimento bastante familiar, como conta um certo vereador.





















































